31 janeiro 2008

City

City é uma loja tradicional no Centro de São Paulo. Na verdade, uma rede com duas unidades, com o melhor da moda íntima, básica, casual e social para homens e mulheres. Lá é possível encontrar calcinhas, sutiãs, lingeries, cuecas, pijamas e alguns artigos difíceis de serem encontrados. Entre eles: bengalas, suspensórios da Giorgio Biazzi, lenços de seda, prendedores de gravatas, abotoaduras, camisas de punho duplo e colarinho-branco. A casa é especializada também em capas de chuvas e guarda-chuvas e sombrinhas em geral, com preços que variam de R$10 a R$100. A variedade de meias é incrível, em versões para todas as estações do ano, das marcas Lupo e Selene, uma das melhores do mercado. Quanto às camisas, existem marcas simples como a Camisaria Três, a casual Pool e as sofisticadas Raphy e Du Cote, com preços de R$60 a R$120. Os vendedores são ótimos, atenciosos e sabem o que vendem, pois são verdadeiros comerciantes.
Rua São Bento, 177, Centro, Tel. (11) 3105-3520 ou Rua Barão de Itapetininga, 309, Centro, Tel. (11) 3259-0849, ambas em São Paulo.

Eike Batista afirma: ''meu objetivo é passar o Bill Gates em cinco anos''

Eike Batista, 51, quer ser o homem mais rico do mundo em cinco anos. Além de passar Gates, deve passar também Carlos Slím Helú, mexicano do ramo da telefonia. Sua fortuna é de US$16 bilhões, e para quem não se lembra, o empresário foi casado, durante 13 anos, com o símbolo-sexual Luma de Oliveira, presença constante no carnaval carioca.
Eike ''ataca'' de todos os lados. É dono de três minas de carvão no exterior, de uma futura siderúrgica, no Porto de Açu, no norte do Rio, que também é seu. Eike atua também nos ramos da mineração, energia, petróleo e logística, com as empresas: MMX, MPX, OGX e LLX. Ainda comando o Pink Fleet, que é um barco turístico na Baía de Guanabara. Conhecido como ''Mr. Rio'', Eiki ainda é dono do luxuoso restaurante chinês Mr. Lam, tem como projeto a instalação de uma base do Cirque du Soleil, no Píer Mauá. Nele, ainda será erguido um shopping e uma grande área gastronômica.
Eike também deve trazer ao país, a rede de restaurantes japoneses Nobu. O empresário olha para o cinema. Quer fazer do Rio, uma plataforma de produção de filmes, com artistas internacionais e nacionais. Ele afirma: ''é o mix do mundo globalizado. Você coloca um grande ator no filme e vende para o mundo inteiro''.
Ele ainda comanda a rede hospitalar MDX – Day Hospital, na Barra da Tijuca. O empresário já fala como homem mais rico do país, pois sua fortuna é quase três vezes mais do que a de Joseph Safra, cerca de US$6 bilhões, segundo a Revista Forbes, o brasileiro mais rico até então. Perto de Eiki, Antônio Ermírio de Moraes é um ''mendigo''.
Eiki é filho de Eliezer Batista, ministro das Minas e Energia no governo João Goulart, antecessor da ditadura. Filho de alemã, morou na Alemanha, dos 12 aos 23 anos, e começou a se destacar empresarialmente, com a compra e venda de ouro e a produção de metal na Amazônia.
Ficou muito conhecido pelo relacionamento com a ''modelo'' e atriz Luma de Oliveira. Hoje, moram próximos, no Jardim Botânico, área nobre do Rio e vivem em harmonia. Atualmente, namora a ex-modelo e advogada Flávia Sampaio, de 27 anos.
(Estadão)

28 janeiro 2008

Wal-Mart investirá em farmácias no Brasil

A rede varejista Wal-Mart, terceira no ranking de faturamento de supermercados, perdendo somente para Carrefour e Pão de Açúcar, investirá nas suas lojas, de uma forma diferente. Na ala de serviços, de cerca de 40 delas, terá uma nova farmácia. A área de medicamentos faz parte da estratégia da rede norte-americana, para crescer no setor, fora dos EUA. Para se ter uma idéia, no ano passado, o setor farmacêutico foi o que deu maior lucro ao Wal-Mart, em sua terra natal. Mesmo assim, de 2.006 para 2.007, o Wal-Mart obteve um crescimento de faturamento nos EUA, foi de apenas 2,4%.
Com a venda especializada de remédios, pois o Wal-Mart contará com suas próprias farmácias, o cliente deve ser ‘’puxado’’ à comprar o remédio, pois a variedade e as opções de genéricos são extensas, já na unidade da rede em Porto Alegre, e aproveitará e fará comprar no hipermercado. O mercado brasileiro, argentino, mexicano, chinês, entre outros países emergentes, passa a ser foco de conquista de capital, pois o quadro de consumo nos EUA, não vai bem, e o pior é que não há previsão de melhora.
(Estadão)

Carrefour vendeu bem no Brasil em 2.007

O ano passado foi especial para o Carrefour, quando o assunto é Brasil. A rede francesa voltou a liderança do ranking de faturamento, graças à compra da rede atacadista Atacadão. Para se ter uma idéia do sucesso, no quarto trimestre de 2.007, o Carrefour vendeu R$5,5 bilhões, que significa um aumento nas vendas, na ordem de 53,1% se comparado ao mesmo período de 2.006. No ano todo, o Carrefour vendeu no país R$17,6 bilhões, em solo nacional, e na França E11,43 bilhões, que equivale a R$30,1 bilhões.
Na França o Carrefour ganhará novas unidades, devido à conversão de bandeira com as lojas Champion. Aqui, a rede deve continuar crescendo, com a construção de novas lojas em todo o país, especialmente no Nordeste, reforma e modernização de algumas unidades e até possíveis aquisições de grupos menores.
(Estadão)

19 janeiro 2008

A possível crise da falta de energia elétrica

Atualmente o presidente Lula tem uma grande preocupação. A possível falta de energia elétrica que o país poderá sofrer ainda esse ano. No governo Fernando Henrique Cardoso, ocorreu o apagão em 2.001 e na semana passada o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Jerson Kelman, disse que, ''não é impossível'', que ocorra um racionamento de energia já nesse ano.
A declaração gerou uma turbulência no governo, e Lula tentou nomear o senador Edison Lobão (PMDB-MA), para o Ministério de Minas e Energia. O desconforto é tão grande que o presidente avisou cada ministro, que não aceita o corte no fornecimento para o consumidor. Tudo isso deixa claro, que a questão do apagão energético ainda não foi resolvido, e o país corre esse risco. Para o vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José de Freitas Mascarenhas, a solução é: ''o que nos resta é pedir a Deus que mande chuva''. O setor energético deve receber 54,5% de um total de R$504 bilhões em investimentos até 2.010, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Além da dependência da chuva, o país ainda precisa que as usinas térmicas, gerem uma quantidade maior de gás e óleo, para um melhor funcionamento. Mascarenhas também afirmou que o governo já deveria estar providenciando a regulamentação do uso da biomassa, para a geração termoelétrica. Porém, ele salientou que com a construção de linhas de integração do sistema elétrico em todo o país, o apagão não deverá ocorrer. Ainda hoje, a região Sul é a que tem a maior reserva de energia. Sabemos que com energia em falta, o preço da eletricidade tende a aumentar.
(Estadão)

18 janeiro 2008

Entrevista com Clóvis de Barros Filho


Clóvis de Barros Filho é doutor em ciências da Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da USP (ECA-USP) e atualmente é palestrante e professor de filosofia da Comunicação e ciência política, e também de ética.

É um erudito, um homem extremamente inteligente, que faz das suas palestras, algo prazeroso de se assistir. Tenho a honra de entrevistar dessa vez, esse grande professor.




Renato Galvão – Clóvis, de onde veio esse fascínio pela comunicação e pelo jornalismo?
Clóvis de Barros Filho – Pergunta capciosa. Teria de fazer uma sociologia de minha própria trajetória.

Renato Galvão – Quantas faculdades você fez, onde estudou, conte um pouco para nós?
Clóvis de Barros Filho – Fiz duas graduações, em direito e jornalismo. Tenho dois doutorados, um em sociologia do direito na França e outro em comunicação na USP. Sou também livre-docente pela mesma instituição.

Renato Galvão – Hoje você é professor de ética da USP, e além dela, leciona em
outras universidades?
Clóvis de Barros Filho – Sim, na ESPM, onde sou o coordenador do programa de mestrado.

Renato Galvão – Quais são as questões da ética que você aborda em suas aulas e palestras?
Clóvis de Barros Filho – Fundamentalmente, a história desse conceito e suas implicações sociais e políticas.

Renato Galvão – Existe uma dúvida entre as pessoas, sobre o que é moral e amoral. Qual a diferença?
Clóvis de Barros Filho – Creio que sim. Moral diz respeito a toda reflexão que fazemos acerca do comportamento dos outros. Mas não acerca do qualquer comportamento, apenas daqueles que consideramos livres. As outras reflexões seriam amorais.

Renato Galvão – Podemos empregar a filosofia na nossa vida, no cotidiano em geral?
Clóvis de Barros Filho – Acredito que sim. Como diziam os gregos: ''pensar melhor para viver melhor''.

Renato Galvão – Uma coisa que me chama a atenção, são os profissionais principalmente do futebol, dizerem que possuem uma filosofia de trabalho. Filosofia me lembra estudo, reflexão e não futebol. Você acha que tem alguma razão para essas pessoas empregarem o termo em um mundo tão distante?
Clóvis de Barros Filho – Não tenho a menor ideia.

Renato Galvão – Eu já tive a oportunidade de assisti-lo em mais de uma ocasião. Suas palestras me impressionaram, devido a forma que trata os assuntos relacionados a imprensa, ao jornalismo e a relações públicas. Como consegue fazer uma palestra, em que todos prestam atenção, ninguém quer que ela termine e ainda pedem bis?
Clóvis de Barros Filho – Como diria Bourdieu, habitus professoral.

Renato Galvão – Como vê o fato de jornalismo, ter sido a carreira de maior procura no último vestibular da Fuvest?
Clóvis de Barros Filho – Provavelmente, isso decorre de uma representação glamorizada que os estudantes fazem da profissão.

Renato Galvão – A informação em geral, ela manipula as pessoas?
Clóvis de Barros Filho – Depende do que você entende por manipular. De minha parte, parto de uma perspectiva de receptor ativo, que é capaz de reelaborar criativamente uma mensagem,

Renato Galvão – Em uma de suas palestras você se referiu a um comentário do jornalista e editor-chefe do Jornal Nacional, da TV Globo, Willian Bonner, em que ele afirmava ser ''um escravo da notícia''. Você concorda com essa colocação de Bonner?
Clóvis de Barros Filho – Não, uma vez que o critério de pauta é definido dentro do próprio campo jornalístico.

Renato Galvão – É natural que a mídia dê maior espaço ao que lhe trará audiência. Isso deve mudar algum dia?
Clóvis de Barros Filho – Natural não, trata-se de um fenômeno histórico e socialmente construído.

Renato Galvão – Para finalizar, é mais prazeroso ganhar prestígio e dinheiro dando aulas ou fazendo palestras?
Clóvis de Barros Filho – Considero ambas atividade prazerosas.

Akkar Soft

Akkar Soft é referência em moda masculina. Antigamente, se chamava Akkar House. Era uma rede composta pela Akkar e outra loja chamada Claude Hills. Em 2.002, a Akkar House virou Akkar Soft e a Claude Hills continuou com o mesmo nome.
Hoje, existe a Akkar House, presente em vários shoppings de São Paulo e com uma loja no Rio de Janeiro, e a Claude Hills, possui duas unidades, uma no shopping Plaza Sul e outra no Center Vale shopping, em São José dos Campos, no Vale do Paraíba. O atendimento é muito bom, os vendedores são uma mescla de jovens e senhores. Porém, todos sabem o que vendem, e isso é importante, pois a variedade encontrada na Akkar Soft é grande. Camisas sociais, fio-tinto, calças de linho, ternos, pólos, camisetas, bermudas, calças sociais e de sarja e jeans. A Akkar, além da sua própria marca, comercializa outras famosas como: Pierre Cardin, YSL, Gucci e Aleatory.
No outono-inverno, entra a coleção de blazers de lã, veludo e couro, sobretudo de lã, jaquetas de sarja, veludo e couro, e agasalhos. Roupa íntima como cuecas e meias também podem ser encontradas lá, e acessórios variados como sapatos e cintos.
Atualmente, as Akkar Soft são lojas bonitas, amplas, claras, com um mostruário completo. Os preços são ótimos, e devido o grande estoque que possuem, as promoções são quase que permanentes.
Recomendo as lojas nos shoppings Plaza Sul (foto), Paulista, Eldorado e na Rua 7 de Abril, no Centro de São Paulo.

14 janeiro 2008

Zoomp compra grifes concorrentes

A Zoomp anunciou semana retrasada, a criação de um grupo de gestão de marcas de moda, que é a Identidade Moda (I’M). Além disso, a empresa que é controlada pelo grupo HLDC, fechou a compra de quatro marcas famosas, que são suas concorrentes. Na lista está: Clube Chocolate, Cúmplice, Fause Haten e Herchcovitch; Alexandre.
Segundo o presidente da Zoomp, Vicente Mello, essas compras se assemelham à processos já vistos da Europa e Estados Unidos. A Zoomp controla suas novas marcas, faz um grupo de gestão e o objetivo é crescer fora do país. Hoje, a Zoomp, já controla a Zapping e pode comprar empresas do grupo Valdac, retentor das marcas Crawford e Siberian. Essa ação custaria cerca de R$300 milhões, e há possibilidade da grife Farm, do Rio de Janeiro, também ser adquirida.
O grupo que controla a Zoomp, atua no Brasil também no ramo da telefonia celular, com os controladores BenQ Móbile.
A meta da Zoomp é abrir lojas novas com as seis grifes. A bandeira Zoomp deve ganhar oito lojas em 2.008, e todas ficarão juntas no showroom I’M, esquina das ruas Bela Cintra e Estados Unidos, na região dos Jardins, já no meio de janeiro.