São Paulo – I

São Paulo – I é um restaurante típico com comida de fazenda. Funciona em sistema de bufe, onde o cliente terá uma grande variedade de carnes, como a costela, feijoada, torresmo, fritas, massas, bistecas e outros pratos saborosos e calóricos. Porém, para quem prefere algo mais suave, há uma grande variedade de saladas. Vários doces como pudins, bolos, tortas entre outros. São muitos endereços, praticamente em todos os shoppings de São Paulo, inclusive no recém-inaugurado Bourbon Pompéia e a foto é do Morumbi Shopping.

Lan house e Ciber Café tem diferença?

Para mim, lan house é um local de acesso à internet e ciber café também tem esta função, só que conta com um espaço para lanche e café, no estilo de uma lanchonete. Porém, notei que segundo consultores especializados neste segmento, o meu conceito é equivocado. Eles afirmam de forma categórica que lan house é um espaço destinado a jogos e boa parte da clientela possui computador e acesso a internet em casa. Já o modelo ciber café serve ao público que não possui computador em casa, quer acessar a internet, e ainda fazer impressões e utilizar o scanner.
Eu discordo totalmente disto, pois já fui em várias lan houses, algumas onde a hora custava próximo de R$10, e as pessoas utilizavam a internet e também imprimiam normalmente. Porém, muito iam para conversar e tomar um chá. Já pisei também em espaços de acesso a internet, baratos como R$2 a hora, e as pessoas acessavam a internet, imprimiam e usavam o scanner.
A verdade é que há espaço para lojas simples e bonitas. Quem não tem dinheiro, procura a loja barata, sem conforto e em um espaço apertado e pouco iluminado. Quem tem condições melhores, usa a loja chic, ampla, bonita, cheirosa, moderna, com café e micros de última geração.

Filial

Um bar de sucesso na boêmia Vila Madalena é o Filial. Casa freqüentada por jovens, músicos, jornalistas e boêmios confessos, o Filial tem em sua decoração, mestres da nossa música popular brasileira, com as mais exóticas caricaturas.
As porções são fartas, como a coxinha, o bom bolinho de bacalhau, o escondidinho e o frango a passarinho. A casa faz sucesso também pelo chopp (R$4).
Rua Fidalga, 254, Vila Madalena, São Paulo, Tel. (11) 3813-9226.

Poços de Caldas e Paulista agora são da Parmalat

As marcas de laticínios Poços de Caldas e Paulista, foram vendidas para a Parmalat. A ex-dona das marcas, Danone, deixou claro que o direito de utilização dos produtos terá validade no Brasil, Bolívia e Paraguai. Quanto foi o negócio, não foi revelado.
A Danone já demonstrava interesse em se desfazer das duas marcas, pois isso envolve um processo de modernização que a empresa passará. A Danone se voltará com ênfase aos iogurtes, mais saudáveis, ricos em fibras.
Com duas fábricas, uma em Guaratinguetá, no Vale do Paraíba e outra em Poços de Caldas, Sul de Minas, a empresa deve vender a unidade paulista para a Parmalat. Talvez a Danone abra uma fábrica no Nordeste, região que cresce assim como o consumo.
Para a Parmalat, a aquisição significa sua redenção no mercado, pois até pouco tempo, estava a beira da morte. Atualmente, em processo de recuperação judicial, a empresa está em reformulação. Há dois anos passou a obter dinheiro em caixa, e seu acionista mor, é o fundo de investimento Laep, especialista em aquisições.
(Estadão)

Barão da Itararé

Um bar que tem muitos adeptos, devido sua decoração antiga, tudo do tempo de gala do nosso Centro de São Paulo. O salão é amplo, com mesas e cadeiras confortáveis e o balcão bem no meio de tudo. Famoso pelos sanduíches, especialmente o de carne louca (R$15,50), que vai pimentão e cebola, tudo no pão francês. Ainda há outras opções, e os amantes dessa pedida vão sempre de chopp (R$3,70).
Rua Peixoto Gomide, 155, Consolação, São Paulo, Tel. (11) 3237-2047.

A telefonia brasileira após Sérgio Motta

Lendo o artigo de Ethevaldo Siqueira, no Estadão, me deparei com a seguinte afirmação: "num futuro muito próximo, você poderá comprar seu celular em lojas e até mesmo em postos de gasolina. Em poucos anos, o Brasil terá milhões de usuários e diversas operadoras em regime de competição. Em muitos casos, o assinante poderá receber o aparelho de graça, pagando apenas os serviços".
Quem disse isso foi o ex-ministro das Comunicações, Sérgio Motta, em 1.996, visando o futuro da telefonia celular do Brasil, no momento do leilão de licenças da banda B, que privatizava a Telebrás.
Todos acharam a idéia do ministro maluca, o chamavam de irresponsável, especialmente à esquerda (hoje no poder). Infelizmente, Motta não viu esta fase da comunicação no país, pois faleceu em 19 de abril de 1.998.
Homem de debate, Motta convenceu o Congresso a alterar o artigo 21 da Constituição, que só permitia a exploração dos serviços de telecomunicações através de empresas estatais. Cuidou de saber o real valor da Telebrás, contratando consultorias especializadas para definir a melhor estratégia para a privatização, algo então novo no setor.
Sérgio Motta se recuperou de um enfarte em 1.997, mas não conseguiu vencer uma antiga infecção pulmonar, e mesmo internado na UTI do Hospital Albert Einstein, não resistiu, falecendo, e deixando uma mensagem ao então-presidente Fernando Henrique Cardoso, “não se apequene, presidente. Cumpra o seu destino histórico. Coordene as transformações do país”.
Com a morte de Motta, seu sucessor Luiz Carlos Mendonça, comandou a privatização da Telebrás, vendida por R$22,26 bilhões ou US$19 bilhões, sendo o maior processo de privatização de telecomunicações da década.
Hoje, qualquer um anda com celular na rua, existem modelos abaixo de R$100 e é possível encontra-los em qualquer ambiente. Para se ter uma idéia, hoje de cada 100 habitantes, 91 possuem telefone, e há 10 anos atrás, essa proporção era de 14 para 100.

Pharmácia

Uma choperia famosa, que antes de ser o que é hoje, era uma farmácia, do tempo que se escrevia com ph. O curioso é que objetos do antigo comércio estão lá decorando o ambiente, como é o caso das balanças. A casa é aclamada pelo chope, tanto o claro quanto o black, por bem menos de R$5. A casa serve petiscos saborosos, como os bolinhos e sanduíches fartos, e virou point de paquera, que já tem até dia marcado, toda terça-feira, e o engraçado é que quem entrega os bilhetinhos do correio elegante, são anões contratados pelo bar.
Rua Guaimbé, 365, Mooca, São Paulo, Tel. (11) 6606-1105.

O babaca e sua jaqueta que queria ser de couro

Esses dias um infeliz veio querer se exibir para cima de mim, com uma jaqueta de oitava categoria. Peças de couro são lindas, imponentes, e para quem não gosta de couro, existe jaquetas bonitas de sintético, a famosa napa das décadas passadas, que para leigos até passa por couro.
Agora, a jaqueta que esse infeliz usava era muito feia, material muito barato, deveria ser um poliéster tingido, se passasse a unha com um pouco mais de força rasgava. O pior de tudo era sua combinação esdrúxula, com um jeans velho e um sapato terrível, e ele ainda disse que aquela porcaria era de couro, justo para quem, hein?
Assim, eu pergunto, para que se exibir pros outros, com roupas e estilo duvidoso, querendo ser um "playboy", no fim virando um "playboi"?

Padaria Estalagem

A onda das padarias chiques chegou à famosa Freguesia do Ó. Trata-se da Estalagem, um novo conceito de boutique de pão na região. O bairro possui padarias antigas, porém desatualizadas como a Barbotti, uma das mais famosas da região, porém muito feia e suja.
A Estalagem é ampla, aconchegante e serve um bufê delicioso, com doces variados, pães, um belo chocolate quente, frutas, salgados, porém, somente nos fins de semana e feriados. Para quem quer saborear uma pizza, lá elas são feitas no forno a lenha, e só saem a partir dás 18h.
Rua Bonifácio Cubas, 62, Freguesia do Ó, São Paulo, Tel. (11) 3931-3343.


Restaurante Capim Santo

Capim Santo é um fenômeno com sua cozinha variada, sob o comando da premiada chef Morena Leite. Durante as semanas há a opção de bufê, somente no almoço, variando entre R$33 a R$51, no domingo, tudo com mais de 15 tipos de saladas e pratos quentes. Serve de tudo nesses dias, e um dos carros-chefes é a moqueca de polvo com creme de mandioca, por R$47, servindo duas pessoas.
Rua Ministro Rocha Azevedo, 471, Cerqueira César, São Paulo, Tel. (11) 3068-8486.

Está na moda casas de shows mudarem de nome

São Paulo, Rio de Janeiro e outras cidades do país, vivem uma tendência que é a mudança no nome de suas casas de espetáculo. Em 2.000, o maravilhoso Palace, em Moema, zona sul de São Paulo, se tornou DirecTV Music Hall, depois mudou de nome para CIE Music Hall, e por fim virou Citibank Hall (foto). O Tom Brasil, sucesso paulistano também virou HSBC Brasil e no Rio, vários ambientes trocaram de nome, como o Teatro Casa Grande, que virou Teatro Oi Casa Grande, imitando assim uma fórmula já comum nos Estados Unidos há muitos anos, onde com esses apoios, geralmente de empresas de telefonia, seguradoras e bancos, elas passam a imagem, que estão antenadas com o mundo do espetáculo e da cultura.
Porém, essa prática pode virar uma furada, pois o investimento para a marca patrocinar com seu nome a casa, tem um alto custo, na média R$500 milhões por ano, segundo dados da Lei Rouanet, e se a casa trouxer eventos que não obtenham sucesso e cartaz, pouco será divulgado, não gerando notícias e lucro.
Eu sou completamente contra essas instituições colocarem seus nomes nas casas de shows e cultura, pois elas são milionárias e não contribuem em nada para o enriquecimento cultural de nosso povo, e querem passar essa falsa imagem, porém, a mim, eles não enganam.
(Estadão)

Venda de CD e DVD cai consideravelmente em 2.007

No ano passado a venda de CD e DVD de música, em nosso país, caiu de forma vertiginosamente. Segundo a Associação Brasileira de Produtos de Disco (ABPD) a queda foi de 31,2%, se comparado a 2.006. Esse equivalente chegou a R$312,5 milhões, e se compararmos ao ano 2.000, esse número fica longe dos R$891 milhões de faturamento. Em contra-partida, a venda de música digital aumentou 185%, chegando a R$24,3 milhões, representando 8% do mercado total e a música pela internet teve um crescimento estrondoso, onde em 2.006 faturou R$334 mil, subindo para R$5,7 milhões no ano passado. Em 2.007, ficou uma alternância nos artistas que mais vendem CD e DVD, entre o Padre Marcelo Rossi, a cantora de axé Ivete Sangalo e a dupla romântica, César Menotti & Fabiano.
Um dos concorrentes dos CD e DVD é a pirataria via internet, onde as pessoas baixam música de graça, e montam assim seus discos. Além dessa tendência, a venda desses produtos piratas também atrapalha os produtos legais, onde camelôs vendem discos por preços entre R$1 e R$5.
É uma questão complicada, pois os direitos fonográficos viraram balela, e o público mais pobre não tem condições de pagar mais de R$20 em um disco. Porém, hoje mesmo andando nas Lojas Americanas, vasculhei vários discos, com inúmeros artistas, com preços ótimos, de R$7,99 a R$10,99, ou seja, valores que cabem no bolso de muita gente, não precisando comprar no camelô.

O uso de sapatos bicolores

Os sapatos bicolores não são para qualquer um. Para usar um modelo deste é necessário soberania, estilo e é claro, precisa ter naturalidade para o feito. Geralmente eles existem nas versões preto e branco ou marrom e branco, mas há por aí, algumas invenções como a mistura do branco com o azul e o verde. Esses sapatos são de pelica legítima, daquelas bem fininhas, que evitam o desconforto. O solado sempre é de couro e o cadarço é conforme a outra cor que compõe o branco. Devem ser usados com calças de linho ou albene, (com poliéster ele perde toda a classe), de cores claras como o próprio branco, creme ou amarelo-claro, seja somente a calça ou com os ternos brancos. Ele é ideal para ser usado em dias quentes, tanto que se tornou símbolo de sapatos usados pelos coronéis no Nordeste e também é usado por malandros, sambistas e bicheiros. O pessoal da máfia também gosta deste modelo, e para qualquer outro homem que tenha a moral de usar um sapato deste, que é realmente lindo.

Bar Alferes

O Bar Alferes é um dos mais famosos da região de Moema, point noturno de São Paulo. Sua especialidade é a suculenta culinária mineira, com pratos e petiscos deliciosos. Prove o torresmo, frango com quiabo, mandioca frita e doces como doce-de-leite e queijo com goiabada.
O ambiente é simples, descontraído, com ar de boteco. A decoração da casa é antiga, com alambiques e mesas, janelas e portas de madeira estilo colonial. Para os apreciadores de cachaças, lá é possível encontrar vários rótulos com as melhores marcas de Minas.
Rua Graúna, 87, Moema, São Paulo, Tel. (11) 5531-2908 ou 5535-3719.

L’osteria do Piero

Sem dúvida comer no L’osteria do Piero é uma arte de saborear os suculentos pratos da culinária italiana. Há mais de 28 anos, a cantina faz sucesso no charmoso Jardins, com muito requinte e descontração. O ambiente é de amigos, com temática italiana, mesas com toalhas xadrezes, lustres decorativos e vinho para tudo que é lado.
Serve almoço executivo, onde o sucesso são as generosas porções de lasanha, canelone, porpetas, macarrão, sopas, antepastos, peixes, saladas, deliciosas porções e muito mais. Possuem a conveniência do translado, operando em um raio de até 10 quilômetros de distância do restaurante.
Alameda Franca, 1.509, Cerqueira César, São Paulo, Tel. (11) 3085-1082 ou 3083-6017.

Perdigão leva a Cotochés

A Perdigão compra sua terceira marca de lácteos, a indústria mineira Cotochés, por cerca de R$69 milhões, destes R$15 milhões só em dívidas. A Cotochés fatura R$180 milhões e possui 500 funcionários. Produz leite longa vida, leite em pó, queijos, requeijão, creme de leite, manteiga, iogurte e outros laticínios. Suas marcas são a que leva o nome da empresa e ainda Moon Lait e Pettilé.
Com isso, a Perdigão agora soma três empresas de lácteos em seu comando. A Batavo e a Eleva compradas no ano passado. Segundo a administração da empresa, a Batavo controlará os produtos refrigerados como iogurtes e achocolatados, a Eleva cuidará dos leites e a Cotochés será um mix entre leites e iogurtes.
Foi definido que a Perdigão investirá cerca de R$30 milhões na nova empresa, para sanar dívidas e modernizar toda a infra-estrutura da companhia mineira, nas cidades mineiras de Rio Casca e Ravena. A meta é que a empresa produza 600 mil litros/dia, hoje esse número é em torno de 380 mil litros/dia.
(Estadão)

Pernod Ricard faz frente a Diageo através da última compra

A indústria francesa de bebidas alcoólicas, Pernod Ricard acaba de comprar a empresa sueca Vin & Sprit, retentora da badalada marca de vodka Absolut. A Pernod ganhou a batalha do grupo americano Fortune Brands, que fabrica o bourbon Jim Beam. Com essa compra a Pernod entra com força nos Estados Unidos e ainda se aproxima da maior empresa de bebidas alcoólicas do mundo, a Diageo, dona de Smirnoff, Johnnie Walker, Bailey’s etc.
Essa compra foi de E5,63 bilhões, o que equivale a US$8,9 bilhões, sendo uma das maiores aquisições da empresa francesa, que em 2.005 havia comprado a inglesa Allied Domecq, por US$13 bilhões.
Falando em números, a Pernod aumentará o volume de vendas ao ano, passando de 75 milhões para 91 milhões de embalagens, perdendo da Diageo, que produz cerca de 93%. Hoje a Absolut é vista como a menina dos olhos, pois só perde em vendas no mundo todo para a vodka Smirnoff, o rum Bacardi e o whisky Johnnie Walker.
(Estadão)