30 novembro 2007

Wal-Mart investe pesado no Brasil

O americano Wal-Mart, investirá de forma pesada no Brasil em 2.008. Ao todo serão investidos, R$1,2 bilhão, aumentando assim o número de lojas. A previsão é que o país ganhe 36 novas lojas, e um centro de distribuição.
Hoje, existem em 17 estados diferentes, 319 lojas Wal-Mart, com faturamente de R$12,9 bilhões, que a posiciona como 3a no ranking do varejo. Com a criação dessas lojas, 7,1 mil novos empregos serão originados. Porém, segundo o presidente da rede no Brasil, Vicente Truis, as localidades ainda não foram definidas.
Hoje o Wal-Mart olha o Brasil com ''carinho'', pois o país é o quarto mercado na estratégia de crescimento global, perdendo para México, Canadá e Inglaterra.
O executivo também não negou o interesse por possíveis aquisições, pois no Brasil a rede já comprou Sonae e Bompreço.
(Estadão)

Citigroup é ''vitaminado'' por fundo árabe

O fundo dos Emirados Árabes Unidos, Abu Dabi, investiu US$7,5 bilhões no Citigroup, maior banco dos Estados Unidos. Esse dinheiro servirá para cobrir o rombo que o grupo passou nos últimos anos, devido investimentos frustrados e hipotecas de alto risco.
Segundo as contas do Citigroup, nesse primeiro trimestre houve um rombo de US$6,8 bilhões, e deve fechar o ano com prejuízo de até US$11 bilhões.
Com esse aporte, o Abu Dhabi Investment Authority (Adia), torna-se o maior acionista individual do Citigroup, respondendo a 4,9% da instituição.
Criado há 30 anos, com ativos de US$875 bilhões, o Adia é o maior fundo soberano do mundo. Em 2.007 já gastou US$40 bilhões na compra de ativos estrangeiros, como 8,1% da American Micro Devices (AMD), que é a segunda fabricante de chips para computador no mundo.
Realmente é para poucos, é um negócio da China, ou melhor dizendo das Arábias.
(Estadão)

Vica Pota

Uma bela pizzaria em São Paulo, que segue a escola da tradicional Camelo, que serve pizzas de massa fina. Mussarela, calabresa, portuguesa, atum entre outros sabores, aliás são 47 ao todo que fazem o sucesso da bela casa.
Eu gostei da de mussarela com fatias de calabresa, R$36, e lá ainda é possível encontrar um petisco maravilhoso que é o frango à passarinho, além de outros pratos e saladas
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Rua Alagoas, 549, Higienópolis, São Paulo, Tel. (11) 3825-5512.

29 novembro 2007

Dinho’s

Uma bela churrascaria. Bonita, limpa, organizada e convidativa. Ela foi uma das que trouxe o conceito de churrascarias nobres a cidade.
Uma das carnes servidas lá é o bife de tira, que é uma picanha com corte vertical, R$55.
Como todas as outras casas, às quartas e sábados a feijoada é servida, no sistema de bufê, saindo por R$65.
Ainda tem um belo bufê de frios, saladas, peixes e frutos do mar, sem falar nas deliciosas sobremesas. No Dinho’s você fica extremamamente confortável, independente do ambiente em que esteja, como no bar, lounge etc.
Alameda Santos, 45, Paraíso, São Paulo, Tel. (11) 3016-5333.

Vigor é comprada pelo Frigorífico Bertin

A Vigor foi comprada pelo Frigorífico Bertin, um dos maiores exportadores de carne bovina do Brasil. Pelo valor de R$400 milhões, a Bertin levou as marcas Vigor, Leco, Faixa Azul e Danúbio. A Bertin deve faturar esse ano, algo em torno de R$6,6 bilhões. A empresa trabalha com frigoríficos no Brasil, Paraguai e Uruguai, abatendo 12,25 mil cabeças de bois ao dia. Além disso, eles investem em couro, produção de cosméticos e higiene e beleza, possuem um hotel e ainda controlam uma concessão de rodovias.
Douglas Oliveira, diretor financeiro da empresa, comprar a Vigor significa entrar no ramo de proteína animal (leite e carne), levando o faturamento da Bertin na área alimentícia, para R$3,3 bilhões nesse ano.
Hoje a Vigor emprega 2,5 mil funcionários, fatura R$590 milhões ao ano e seu principal mercado são os alimentos lácteos. Já sua compradora, Bertin, conta com 24 mil funcionários, uma receita de R$6,6 bilhões e vários campos de atuação. A Vigor tem muita força de mercado em São Paulo, Minas Gerais e Paraná, e seus produtos são bons. O requeijão e queijo fresco Danúbio é um dos melhores que existem, o queijo ralado Faixa Azul é muito bom, e as marcas Vigor e Leco possuem um bom leite e deliciosos iogurtes.
(Estadão)

A família Johnnie Walker

A marca Johnnie Walker é uma das mais respeitadas do mundo. Hoje, a empresa possui seis blends diferentes, para cada ocasião e bolso.

O primeiro da foto é o Red Label (rótulo vermelho). É um whisky jovem, que compreende 35 maltes. Pode ser tomado puro, ou até em coquetéis, como maracujá. É conhecido pelos oito anos de envelhecimento. 

O segundo é o Black Label, whisky 12 anos. É o mais vendido no mundo em sua categoria. Seu sabor é rico, encorpado e deve ser apreciado lentamente. 

O próximo membro da família, é Johnnie Walker Swing, de garrafa ovalada, a mais bonita que tem. Possui cor forte, aroma leve e gosto de maça caramelizada.

Johnnie Walker Purê Malt, foi envelhecido durante 15 anos. Suave, leve e com gosto de mel.

O maior de idade, da família é Johnnie Walker Gold Label, criado em 1.920, em comemoração do centenário da empresa. É escuro e possuir toques de mel, chocolate e baunilha.

O top de todos eles, é Johnnie Walker Blue Label, com maltes de 37 anos de envelhecimento. Um dos whiskys mais famosos e caros do mundo. Seu sabor é a junção de todos os outros, mesclando a turfa, o carvalho, a fumaça, chocolate e frutas cristalizadas.

Porém, beba com moderação, e se beber não dirija, vale ressaltar sempre.

28 novembro 2007

Entrevista com Anita Ferrari


Anita Ferrari é uma pessoa fantástica. Charmosa, talentosa, e muito atenciosa com seu público. A bela moça faz grandes produções eróticas, shows de performances sensuais, ensaios e tudo que envolve o erotismo.


Renato Galvão – Anita Ferrari, você nasceu onde, sua família tinha dinheiro, qual sua idade hoje e seu nome é verdadeiro ou artístico?
Anita Ferrari – São Paulo. Sim, minha família é de classe média, minha idade é 22. Anita Ferrari mesmo.

Renato Galvão – Porque decidiu ser uma atriz pornô?
Anita Ferrari – Por um convite.

Renato Galvão – Como funciona os cachês de uma produção erótica? As mulheres ganham mais que os homens, o pagamento é feito por cenas?
Anita Ferrari – Sim, as mulheres ganham mais, e o pagamento é feito por cenas.

Renato Galvão – Você faz qualquer tipo de filme? Cenas com mulheres, fetiches, algo mais pesado e exótico?
Anita Ferrari – Faço todo tipo de cena. Não gosto muito das pesadas com dominação, mas faço sim.

Renato Galvão – Duas perguntas em uma. Fazendo filme erótico, você sente prazer nas cenas ou é fingimento? Eu já assisti a gravação de alguns filmes, e neles os atores tomavam remédio para ficarem excitados. Na verdade, o rapaz tomava meio comprimido, pois ele era jovem e um comprimido inteiro iria fazer mal. Os atores precisam mesmo tomar estimulantes para ficarem eretos, ou é a minoria que faz isso?
Anita Ferrari – Fico excitada dependendo do ator, e são poucos. Eles tomam sim, a maioria na verdade, porque acabam fazendo várias cenas ao dia, realmente precisam tomar.

Renato Galvão – Você fica intimidada quando faz suas belas performances, em shows abertos ao público?
Anita Ferrari – Sinceramente, fico. Sou tímida, ninguém acredita, mas sou.

Renato Galvão – As produtoras se preocupam com a saúde dos atores, são feitos testes de HIV, e as cenas ''hard'' onde não se usam preservativos, não é perigoso à infecção de doenças?
Anita Ferrari – Até parece. Que nada, só são feitos exames quando a cena é sem camisinha, de resto, o problema é nosso.

Renato Galvão – Eu conheço a área pornográfica, sei que é um trabalho sério e digno como qualquer outro, mas no Brasil as pessoas não entendem isso, e falam que só rola ''putaria'' nesse meio. O que você tem a dizer, a essas pessoas hipócritas e preconceituosas?
Anita Ferrari – Adorei a pergunta. Isso é a pura verdade, as pessoas acham que porque estamos trabalhando com sexo, só rola putaria. É uma mentira, os produtores são muito sérios, porque eles estão colocando muito dinheiro no filme. Se rolasse putaria, seria uma falta de respeito e o trabalho não seria bom, ele perderia o dinheiro investido, consequentemente o filme seria um fracasso!
Não rola putaria, e para dizer a verdade, eles são muito mais sérios do que um montão de empresas por aí.

Renato Galvão – E as lutas de gel, são combinadas?
Anita Ferrari – As lutas não são combinadas. Eu não falo com a última que lutei até hoje. Machuquei ela de verdade.

Renato Galvão – Sua família aceita seu trabalho?
Anita Ferrari – Sim, minha primeira atitude foi contar, porque como sabemos existem pessoas más, meu pai iria saber por outros, e eu não queria isso, ele é meu amigo, e entende tudo.

Renato Galvão – Pretende casar e ter filhos?
Anita Ferrari – Sim, quero gêmeos.

Renato Galvão – Você é reconhecida por onde passa?
Anita Ferrari – Sim, sou seguida de vez em quando, e ganho presentes dos fãs. Outro dia, instalei meu telefone em casa. Acredita que um fã descobriu uma semana depois?

Renato Galvão – Quais são seus hobbys, o que você gosta de fazer, quais são seus bichinhos de estimação?
Anita Ferrari – Adoro malhar, ler e ir ao cinema. Meus bichinhos são dois cachorrinhos da raça maltês e um gato de olhos coloridos.

Renato Galvão – Você estuda, pretende atuar em outra carreira daqui alguns anos?
Anita Ferrari – Estudo. Muita gente acha que sou burra, que atriz pornô não sabe escrever, ler e falar. Mas tenho três anos de educação física (vou terminar) e no momento faço rádio e tv, no segundo ano.

Renato Galvão – Para quem quer ser atriz ou ator pornô, o que você indica?
Anita Ferrari – Que tenha a cabeça aberta e entre para mostrar a cara, porque se for para fazer um ou dois filmes, não vale a pena dar as caras. Só vale se for para ser reconhecido, aí sim, você ganha dinheiro e as pessoas respeitam. Quando você não deve nada e não se esconde, é reconhecido. 

Renato Galvão – Para finalizar, onde seus fãs podem escrever para ti, ver suas fotos e todo seu belo trabalho, e foi um prazer entrevista-la.
Anita Ferrari – Meu site está no ar: www.anitaferrarioficial.com. Lá tem tudo, e-mail de contato também. O prazer foi todo meu, beijinhos.

Baby Beef Rubaiyat

Baby Beef Rubaiyat é a melhor churrascaria do Brasil. As carnes são maravilhosas e extremamente bem preparadas. Eles possuem uma bela fazenda, na cidade de Dourados, no Mato Grosso do Sul, e de lá vem sucessos como a picanha summus, a bisteca premium e o baby beef, além das carnes argentinas.
A casa possui uma bela adega, com grande carta de vinhos. O buffet mediterrâneo também é um sucesso, pois os pratos combinam com o nosso clima, e você deve provar os camarões, o salmão marinado e as saladas.
Ainda tem o buffet de peixes da Espanha, a tradicional feijoada, e as sobremesas. Destaco a torta de nozes, mousse de maracujá e cheese cake. Tudo isso, aliado um ótimo atendimento e um ambiente inigualável.
Alameda Santos, 86, Paraíso, São Paulo, Tel. (11) 3289-6366.

Camisa vermelha e calça creme é uma ótima combinação!

Recentemente estava vestido assim. Camisa de panamá (algodão nobre), vermelha, calça de sarja com duas pregas, no tom creme e sapato de pelica. Para pessoas bobas, ou tradicionalistas da moda, como a chatíssima Glória Kalil, minha roupa é horrorosa. Ela classificaria como roupa de cafetão, pomba-gira, cafajeste, bicheiro e outras coisas mais.
Só que ela está redondamente enganada. Vejam que a roupa ficou muito bem em mim, e ficará também em você. Está liberado o uso de camisas com cores mais berrantes, pois não é brega. Claro que um evento tradicional, seria muito chamativo, mas para uma reunião de amigos, uma ida ao shopping, um churrasco mais fino, pode usar tranqüilamente sarja tradicional como a da foto, e uma camisa de cor mais forte.


Magazine Luiza estreará em São Paulo, abrindo 50 lojas de uma vez

O Magazine Luiza entrará com tudo no mercado de eletroeletrônicos, na cidade de São Paulo. Um centro de distribuição já foi aberto, na cidade de Louveira, e custou R$57 milhões. A meta da rede é fechar o ano com 392 lojas, faturando R$2,8 bilhões, empregando 11 mil funcionários, e atuando em sete estados diferentes.
O sonho da dona da empresa, Luiza Trajano Donato, é abrir 50 lojas de uma só vez. Delas, 25 eram da antiga Kolumbus, que vendeu quase todas as lojas para o Luiza.
A rede não revelou os locais das novas lojas, mas além da capital, a região do ABCD, e as cidades litorâneas de Santos, São Vicente e Praia Grande também ganharam destaque na visão da empresa.
O público que o Magazine Luiza visa atender, são as classes C, D e E, que hoje é de predominância das Casas Bahia, líder no segmento, bem na frente do Ponto frio, que é inodoro.
Torço para o magazine Luiza chegar em São Paulo com tudo, gerando mais empregos, oportunidades e sendo mais um local para o público escolher, pois o monopólio das Casas Bahia, não é benéfico, a não ser para seu dono.
(Estadão)

27 novembro 2007

Caetano's Bar

Bar badalado na zona norte de São Paulo. O espaço é bom, as mesinhas não ficam encostadas uma na outra, como em outros bares. O atendimento é realmente muito bom, e os garçons extremamente ateciosos.
A casa fez em um curto espaço de tempo, já que foi inaugurada esse ano, pela chopp e petiscos, como a linguiça de cordeiro, e a inovação ficou por conta da megaporção. Na verdade, uma grande bandeja com vários quitutes, entre eles: kibes, nuggets, pastéis, fritas, bolinho de mandioca e muito mais, para até cinco pessoas comerem bem.
Avenida Engenheiro Caetano Álvares, 5.496, Mandaqui, São Paulo, Tel. (11) 6976-4598.

Gigantes farmacêuticas pousarão em breve no Brasil

Droga Raia e Drogaria São Paulo, devem ser compradas pelas potências norte-americanas Walgreens e CVS. A última conta com 6.200 lojas e fatura ao ano US$80 bilhões, e sempre compra redes menores, porém nunca saiu de seu país de origem, os Estados Unidos.
No Brasil, a curiosidade é que mesmo com as grandes redes presentes por toda parte, elas só representam 20% do faturamento do ramo. Já nos Estados Unidos, esse número representa 70%.
A outra grande rede é a Walgreens, que possui lojas imensas, com até 6 mil metros quadrados, vendendo todos os tipos de produtos. A Anvisa é taxativa e diz que no Brasil a farmácia só pode comercializar remédios e produtos de higiene. Com isso, a rede americana sofreria para se adaptar no Brasil, além dos problemas ligados a informalidade, comum em nosso país.
Hoje as farmácias são bonitas. Lojas claras, confortáveis, com estacionamento, facilidade de pagamento aos clientes e muita variedade de produtos. Vamos esperar para ver o que acontece.
(Estadão)


Farmácia Walgreens nos Estados Unidos

Farmácia CVS nos Estados Unidos

26 novembro 2007

Kolumbus vende 35 lojas para o Magazine Luiza

Agora é oficial. A Kolumbus que era pretendida pelo Pão de Açúcar no começo do ano, Vendeu 35 lojas para o Magazine Luiza. A operação com o grupo de Abílio Diniz, não vingou, para seu desespero, pois a intenção do Pão de Açúcar na compra da Kolumbus, era de unir as lojas ExtraEletro, com cerca de 50 lojas, mais as Kolumbus, também próximo de 50 lojas. Com isso a rede teria mais de 100 unidades, e começaria a brigar de forma mais igual com as Casas Bahia, líder absoluta no segmento de eletroeletrônicos.
Com essas novas 35 lojas adquiridas, o Magazine Luiza finalmente estréia em São Paulo. A rede é interiorana, com sede em Franca e ficou famosa em todo o Brasil, devido uma promoção anual, em que os preços das mercadorias estão muito abaixo do normal.
A Kolumbus não opera mais há dois meses, devido a falta de mercadorias. Quem a abastecia era o EletroDireto. Porém, o abastecedor está em processo de recuperação judicial, e segundo fontes do mercado, a EletroDireto é sócia da Kolumbus. Esse também seria um dos motivos que fizeram o Pão de Açúcar desistir de uma compra certa.
O Magazine Luiza pagou R$30 milhões pelos pontos de vendas, e usará boa aprte do dinheiro na quitação de aluguéis atrasados, encargos trabalhistas e alvarás pendentes. Hoje, a rede possui 11 mil funcionários, 380 lojas e até o mês que vem, esse número deve chegar a 395 unidades. Em 2.005 faturou R$1,9 bilhões e esse ano deve chegar a R$2,8 bilhões. As lojas estão espalhadas pelo interior paulista e ainda em Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Com a chegada do Magazine Luiza, o Ponto Frio deve se preocupar, pois além de ser conhecido por ser menos caro do que as Casas Bahia, a rede conta com 53 lojas, e já vai ganhar 30 concorrentes de uma só vez. Isso é ótimo para o cliente, que ganhará mais uma opção de compra, e péssimo para os ex-funcionários da Kolumbus, que estão a deus dará.
(Estadão)

Votorantim se torna a 3a maior do mundo em zinco

Esses dias, a Votorantim fechou a compra da U.S. Zinc, produtora norte-americana de zinco. A empresa que era controlada pela Aleris International, foi comprada por US$295 milhões. Com essa aquisição, a Votorantim passou a ser a terceira maior empresa no ranking mundial de produtores de zinco. A sua frente, temos apenas a NY Star, dos Estados Unidos e a Korea Zinc, da Coréia do Sul.
A Votorantim agora estreará nos mercados norte-americano e chinês. Já entra em solo americano com 12% de mercado, e na China uma nova unidade será erguida. Ao todo a Votorantim terá 25% do mercado de zinco na América.
(Estadão)

Bar Triângulo do Chopp

Recentemente o famoso bar na zona norte de São Paulo, foi reformado. Ganhou um segundo andar, ficando ainda maior para o público aproveitar o happy-hour. O bar é famoso pelo chopp e futebol. Virou ponto de encontro dos moradores da região, que vão lá para torcer para seu time, ou secar a equipe do amigo. A casa é tão interessante, que até possui um maitre, que te dá várias dicas de bebidas.
Para quem não bebe álcool, peça um suco, que é bom, e para petiscar vá de picanha fatiada.
Avenida Engenheiro Caetano Álvares, 903, Casa Verde, São Paulo, Tel. (11) 3858-2633.

23 novembro 2007

Entrevista com Ulisses Rocha

Ulisses Rocha todo mundo conhece. Apresentou o Cidade Alerta, sucesso na TV Record, fez matérias inesquecíveis, perseguindo ladrões, junto com a polícia e além de ser um grande jornalista, ainda é professor universitário.



Renato Galvão – Ulisses, de onde você é natural, como foi tua infância, mocidade, você era bem de vida ou pobre, conte um pouco para nós.
Ulisses Rocha – Eu nasci em Bauru, no interior de São Paulo, mas passei a maior parte da infância e adolescência em São João del Rei, Minas Gerais. Minha infância foi como a de milhões de brasileiros. Só estudei em escolas públicas, apesar de que, naquela época, eram ótimas. Estudei no Senai, onde concluí o curso de tornearia mecânica e depois voltei para São Paulo em 1976. Aqui comecei a trabalhar como office-boy, na Rua Aurora, no centro da cidade. De office-boy fui promovido, em pouco tempo, a contato publicitário. Me lembro que isto aconteceu, entre outras coisas, porque com o primeiro 13º salário comprei um terno no saldão do Mappin, na Rua Xavier de Toledo. Era um boy engravatado. O dono da empresa, um inglês, Sr. Gordon, viu que eu levava jeito e me promoveu a recepcionista e depois a contato. Isto tudo aconteceu em menos de um ano que estava na empresa. Três anos depois entrei no turismo, onde atuei vários anos.

Renato Galvão – Porque escolheu o jornalismo como profissão?
Ulisses Rocha – Nos anos 80, já no turismo, comecei a faculdade de comunicação social. Eu tinha optado por relações públicas, mas mudei a opção no final do 2º ano. Fui para o jornalismo. Quando conclui o curso, o bichinho que contamina todos os jornalistas já tinha me picado. Daí mudei a minha carreira e hoje estou aqui, contando para você a história.

Renato Galvão – O Cidade Alerta, era um sucesso, mas ao mesmo tempo muito sensacionalista. Você gostava da fórmula do programa e o sensacionalismo ainda tem vez na televisão brasileira?
Ulisses Rocha – Existe um espaço maior do que você imagina para este tipo de produto. As pessoas gostam da notícia policial. Cito, como exemplo, qualquer acidente que você observe numa avenida, ou numa rodovia. Já reparou que as pessoas que passam na pista contrária engarrafam o trânsito só para olhar o que aconteceu? Assim é com esse tipo de programa. O público de todas as classes sociais assiste. Particularmente eu não assistiria, como muitos, a notícias sensacionalistas, como opção de informação. Mas a maioria gosta, daí, como jornalista, se eu arrumo emprego num programa dessa natureza, como de fato aconteceu comigo, é claro que vou trabalhar nele. Eu preciso de emprego. Na hora em que a gente está desempregado não dá para dizer que não faz só por idealismo. Tenho filhos e eles precisam estudar e se alimentar, compreende?


Renato Galvão – Com foi a sua reportagem na Colômbia, sobre as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia?
Ulisses Rocha – Foi muito tensa, como você pode ler no meu blog, mas ao mesmo tempo a maior experiência da minha vida. Faria tudo de novo. Se as Farc quiserem, volto amanhã.

Renato Galvão – Conte sobre a adrenalina, que era acompanhar a ''Rota'' na caçada aos criminosos, muitas vezes nos morros.
Ulisses Rocha – A adrenalina era grande, às vezes demorava duas ou três horas para baixar. Acho que acabei tendo uma grande projeção no Cidade Alerta por causa da Rota. Não dá para esquecer tantos momentos de tensão, mas, ao mesmo tempo, conheci profissionais muito experientes e competentes. Foi uma experiência que poucos profissionais conseguem ter, por isso me considero privilegiado.

Renato Galvão – O jornalismo investigativo ainda é feito com profissionalismo no Brasil?
Ulisses Rocha – Eu sempre acredito que quem é sério sempre realiza o seu trabalho com profissionalismo. O que pode prejudicar, eventualmente, o trabalho de um repórter é a falta de tempo ou recurso. Mas, mesmo assim, ninguém quer colocar a carreira em risco por uma investigação mal feita. O maior patrimônio de um jornalista é a credibilidade. Sem ela, não existe carreira, muito menos chance de sobrevivência numa redação.

Renato Galvão – Você que é um grande repórter ''policial'', alguma vez algum criminoso lhe chamou a atenção, pela frieza ou outro motivo?
Ulisses Rocha – Entrevistei, há uns 15 anos, o Bandido da Luz Vermelha enquanto estava preso na Penitenciária do Estado. Ele aparentava sérios problemas mentais. Mesmo assim foi solto e acabou morto por um parente. O justiceiro cabo Bruno, lembra-se? Entrevistei-o no Piranhão, em Taubaté, na mesma época. Ele passou meses enviando cartas para mim. Na cela ele parecia uma pessoa normal e tranquila. O Pedrinho Matador não me parecia ter consciência quando falava das cerca de cem mortes que é acusado. O maníaco do parque mostrou-se de uma inteligência surpreendente. Foi difícil entrevistá-lo por causa de sua astúcia. Cada criminoso tem um perfil específico, que pode torná-lo um criminoso em escala, ou em série. Essa característica, em especial, é que torna difícil a prisão que, geralmente, ocorre depois de vários delitos.

Renato Galvão – O que você acha do Linha Direta, da TV Globo?
Ulisses Rocha – Assisti umas duas ou três vezes. Não gostei e não vi mais.

Renato Galvão – Em quais veículos de comunicação já passou e onde está hoje?
Ulisses Rocha – Hoje cuido da minha empresa e dou aulas na Unip. Estive no SBT até há 3 meses. Por enquanto estou fora de emissora, mas pretendo voltar em breve, desde que me chamem.

Renato Galvão – Qual o trabalho da URP Filmes?
Ulisses Rocha – Produzimos programas e videos para TV, institucionais etc. Fazemos clínica geral em vídeo.

Renato Galvão – Sabemos que o jornalismo não gera muitas oportunidades de trabalho. O que você achou da opção jornalismo, ser a carreira com maior número de candidatos, superando direito e medicina, no vestibular da FUVEST desse ano?
Ulisses Rocha – A profissão exerce um grande fascínio nas pessoas pelo glamour que ela tem. O que poucos sabem é que raramente temos os finais de semana livres e trabalha-se muito, muitas vezes à beira da exaustão. Os cursos começam com uma quantidade incrível de alunos mas, ao longo do curso, a metade desiste porque começa a perceber que não é tão simples ser jornalista.

Renato Galvão – Qual o caminho do novo jornalista?
Ulisses Rocha – O mesmo caminho de qualquer jornalista antigo. Trabalhar muito, esforçar-se ao máximo, lidar com as frustrações, ganhar pouco e não perder de vista o ideal da profissão. Hoje é muito mais fácil divulgar um fato, porque as informações são acessadas de forma muito rápida. Mas nem por isso o jornalista pode se descuidar. Pelo contrário, ele deve redobrar a atenção, principalmente porque a internet, que representou um grande avanço na divulgação de fatos, pode trazer equívocos que podem representar uma cilada para o profissional.

Renato Galvão – O que você vivencia no jornalismo, é colocado em suas aulas? Em quais universidades dá aula e quais são as disciplinas?
Ulisses Rocha – As minhas aulas são de telejornalismo, em vários campi da Unip e estou com a agenda lotada. Não tenho mais espaço para lecionar em outra universidade.

Renato Galvão – Qual o endereço do seu blog para as pessoas que gostam de seu trabalho, visitarem, e muito obrigado pela entrevista.
Ulisses Rochaulissesrochareporter.blogspot.com. Um grande abraço para você e para os seus leitores.

Pizzaria Bruno

Tradicional pizzaria na zona norte de São Paulo. Ganhou há um ano atrás, pelo júri popular, o Prêmio Paladar do Estado de São Paulo, pela melhor pizza da cidade, que é a de camarão.
A casa é famosa pela pizza frita. Na verdade, trata-se de um bela redonda, de massa fina e é colocada em um ferro dentro do forno. Como o forno é muito quente, frita a massa e esquenta o recheio. A pizza de mussarela é uma das melhores da cidade, por apenas R$22, e a mais famosa da casa, é a de camarão, por R$65.
Largo da Matriz, 87, Freguesia do Ó, São Paulo, Tel. (11) 3932-4676.

Desvendando a CPMF

CPMF quer dizer: Contribuição Provisória sobre a Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira. Ela é um tributo do nosso país, e é aplicada de forma federal.
A CPMF foi criada em 1.995, substituindo o IPMF (Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira. Os dois tiveram sua origem, através do Imposto único, idealizado por Marcos Cintra, vice-presidente da FGV, em 1.990. Ela só passou a ser adotada em janeiro de 1.997, e dia 19, na Câmara dos Deputados foi aprovada em primeiro turno, a emenda constitucional que a prorroga até 2.011. Ao todo foram 338 votos a favor, 117 contra e três abstenções.
É um imposto destinado a saúde publica, porém a discussão ganha enredo, devido a precariedade dos hospitais e postos públicos no Brasil. A dúvida é se o dinheiro é realmente destinado ao setor da saúde. Porém, se sabe que parte desse dinheiro foi despejado no Bolsa Família, que é um projeto do governo, que visa dar uma quantia mensal em dinheiro, para famílias carentes.
A CPMF também está sendo aplicada no Fundo de Combate à Pobreza. Ela é recolhida três vezes ao mês, quando acumulada, seu valor é calculado a cada 10 dias e após dois dias é cobrado.
É uma ilusão barrar ou acabar com a CPMF, pois é um imposto destinado a saúde e pobreza, e criariam outro imposto com o mesmo propósito.

22 novembro 2007

Cantina 1020

Se pintar aquela vontade de saborear uma comida italiana de qualidade, vá a Cantina 1020. O estilo é tradicional, com música ao vivo, nas sextas e sábados. A casa é bem decorada, lembrando a região sul da Itália.
As massas são divinas, entre elas o spaghetti ao sugo, e o canelone. Outro sucesso é o nhoque, servido com porpetas, saindo menos de R$40.
Rua Barão de Jaguará, 1.012, Cambuci, São Paulo, Tel. (11) 3208-9199.

Aramis

A Aramis é uma das lojas mais bonitas que conheço. Sua especialidade é a moda masculina, para um homem moderno, que não deixa de ser tradicional ao mesmo tempo. Porém, agora já comercializa moda feminina, mas ainda entá engatinhando na área.
Hoje a Aramis, está presente em muitos shoppings de São Paulo. Entre eles: Paulista, Higienópolis, Iguatemi, Ibirapuera e outros. Todas as lojas são claras, modernas, com muitos manequins na vitrine, som descolado e vendedores atentos, podendo ser homem ou mulher.
Na Aramis é possível comprar t-shirts, pólos, jeans de vários padrões, calças de sarja, social, veludo, cargo (tudo conforme estação), blazers de vários tecidos e padronagens, gravatas italianas, suspensórios, sapatos, sandálias, chinelos, tênis e a especialidade da casa, que são os ternos. Um mais belo que o outro e o preço varia conforme a qualidade. Estão na faixa de R$600 a R$3.000, e podem ser risca de giz, oxford, linho, super 120 e outros modelos.
Uma grife para poucos, pois seu preço é alto, mas a qualidade dos produtos é evidente, e de Aramis o homem tem tudo para ficar mais elegante, claro, se ele tiver porte e charme para isso.

Venda de chocolates aumenta

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Balas e Derivados (Abicab), somente no mês que vem, devem ser vendidas 30,4 mil toneladas de chocolate no Brasil. O Natal, perde somente para a Páscoa.
No ano passado, o Brasil passou a ser o quarto maior consumidor de chocolate do mundo, perdendo somente para os Estados Unidos, Alemanha e Inglaterra. No mercado nacional, o chocolate gera algo em torno de R$2,7 bilhões ao ano.
Uma das empresas que mais crescem no ramo é a Cacau Show. A rede conta com 347 lojas no país, e esse ano abriu cerca de 12 franquias ao mês. É de caráter popular, e vende doces a partir de R$1. O Natal representa para a Cacau Show, cerca de 65% do lucro da Pasça, por isso é uma época importante e com novidades, como a ''trufa de panetone''.
A Kopenhagen, tradicional rede de chocolates, com mais de 200 lojas, pretende ter um aumento nas vendas, em torno de 28%, comparado aos outros meses do ano. Diferentemente da Cacau Show, a Kopenhagen não é popular, e seus preços são mais elevados, porém a qualidade é melhor.
Chocolate é muito gostoso, eu gosto bastante, em excesso faz mal, mas comer um bombom ao dia, é bem saudável. (Estadão)

Empório Nordestino

Um bom restaurante quando o assunto é comida nordestina. O local é um antigo casarão, muito aconchegante e descontraído, com mesinhas do lado de fora.
Eu recomendo a deliciosa carne de sol, as porções, especialmente fritas e o queijo coalho também é ótimo. Dizem que eles fazem uma suculenta picanha de carne de sol, só que essa eu não provei e não posso dar meu parecer.
Largo da Matriz, 144, Freguesia do Ó, São Paulo, Tel. (11) 3931-3101.

Pastelaria Rainha Brasileira

Há mais de 30 anos na Lapa, a Pastelaria Rainha Brasileira é um dos endereços que todos na cidade conhecem.
Passou recentemente por uma reforma, ficando mais clara e aconchegante, e além do balcão, hoje podemos ficar nas mesinhas.
Eu recomendo você pedir: pastel de queijo, pastel de pizza, coxinha, empada, pizza brotinho e o delicioso bolinho de bacalhau, por R$2,70. Doces portugueses, cervejas e sorvetes completam o sucesso da pastelaria. Eles ainda trabalham com salgadinhos para festas, sistema delivery e é bom salientar que a Pastelaria Rainha Brasileira, não possui filiais.
Rua Monteiro de Melo, 225, Lapa, São Paulo, Tel. (11) 3865-3089 ou 3872-9941.

14 novembro 2007

Interior é pouco procurado por anunciantes

O interior de São Paulo é enorme. São 23.818.401 habitantes, que correspondem a 13% da população do país. O poder de consumo é grande, cerca de 34% maior do que o resto do Brasil, consumindo US$43,74 bilhões do que se produz no Brasil. Embora o interior do estado, seja o segundo mercado consumidor do país, perdendo apenas para a cidade de São Paulo, ninguém se interessa em anunciar na região.
Na região temos 436 jornais, 32 emissoras de TV aberta, 500 mil domicílios que assinam TV paga, 570 emissoras de rádio am e fm e 8.157 mil cartazes de outdoor.
No interior paulista existem 69 shoppings, o mesmo número dos três estados do Sul juntos.
O consumo no interior é maior do que nas outras regiões do país, principalmente quando o assunto é carro, reforma da casa e despesas com viagens, pois quem mora no interior viaja mais para cidades próximas, do que quem mora na capital paulista.
Na verdade esses anunciantes que não investem em campanhas no interior de São Paulo, estão perdendo. O poder de consumo é alto, maior do que de muitas regiões metropolitanas e o crescimento ainda é algo forte na região. Ficar falando que lá só tem caipira, é coisa de quem não pensa, pois compram e consomem muito, e você só tem a ganhar anunciando na região.
(Estadão)

13 novembro 2007

Entrevista com João Leite Neto

João Leite Neto, é conhecido por todos. Jornalista, apresentador de televisão e rádio, editor, ex-deputado federal por São Paulo e foi presidente da Cosesp, uma das maiores estatais do Estado.


Renato Galvão - De onde o senhor é natural?
João Leite Neto - Eu sou natural de uma pequena cidade no sudoeste do Estado de São Paulo, chamada Itaporanga, onde permaneci apenas até os dois anos de idade, quando meu pai foi transferido para Itapeva (meu pai era delegado). Em Itapeva me criei até os 16 anos, quando a família se mudou para São Paulo.

Renato Galvão - São quantos anos de jornalismo, e por onde passou durante esse período?
João Leite Neto - Iniciei no jornalismo muito cedo, com 17 anos, como "foca" do jornal Última Hora de Samuel Wainer. Era ainda, estudante secundarista. Depois passei pelos Diários Associados, Folha de S. Paulo e Revista Edição Extra.
No Última Hora foi no ano de 1964, portanto 43 anos de profissão. Depois do período da imprensa impressa, fui para a eletrônica: Rádio Tupi, Rádio Marconi, Rádio Nacional e, em 1970, fui contratado pela Rede Globo de Televisão que acabava de se instalar em São Paulo. Fui o primeiro repórter do Jornal Nacional (São Paulo). Fiquei na Globo por 10 anos, saíndo em meados dos anos 80 para ser candidato à Deputado Estadual, antigo MDB, pelas mãos de Franco Montoro e Mário Covas. Senão me engano, fui o segundo mais novo deputado da Assembléia, na ocasião, eu tinha pouco mais de 30 anos.

Renato Galvão - Por ser jornalista, ex-deputado, âncora de tv, a preocupação com o país é evidente?
João Leite Neto - Com relação as minhas preocupações com o país, como não poderia deixar de ser, são muitas. Porém, com relação ao Brasil, não me envergonho em me declarar ''ufanista''. Este, apesar de tudo, é o maior país do mundo, e lhe está reservado o maior papel no futuro. Não tenha dúvida disso. Além do mais, Deus é Brasileiro. Viu só o petroleo de Santos? Não poderia ser em melhor hora. E você ainda dúvida que Deus seja brasileiríssimo? Claro que pela minha origem política, nunca fui Lulista, muito menos petista mas, temos de admitir que não está sendo dos piores. Só não foi melhor do que o do FHC, onde tudo começou (plano real, controle de inflação etc). O Lula pelo menos teve a humildade de dar sequência ao plano econômico, e não se meteu a criar novos "milagres" econômicos.

Renato Galvão - Quando foi seu mandato de deputado-federal, e as principais ações desenvolvidas?
João Leite Neto - Como já disse, cheguei a Assembléia Legislativa, muito jovem, pouca experiência, e com uma missão principal - fiscalizar os desmandos (será que só desmandos?) do famigerado governo Maluf. Nessa missão parece que me sai bem, pois o homem não me pode ver pintado. Com muito esforço (pois era oposição), consegui emplacar alguns projetos, principalmente na área de segurança pública, onde destaco a "Cidade Penitenciária", um projeto que, ainda hoje, percorre gavetas da assembléia, e não permitem que seja aprovado. Um dia darei maiores detalhes a você.

Renato Galvão - Como chegou a presidência da Cosesp?
João Leite Neto - Cheguei a Cosesp, como presidente, escolhido pelo meu querido amigo Mário Covas. Acredito ter feito um bom trabalho. A Cosesp era muito grande. Só para se ter uma idéia, era a quarta estatal do estado, um negócio enorme. Mas valeu a pena. Observe você que, mesmo quando deputado, superintendente do IBAMA, presidente da Cosesp e outras funções oficiais que ocupei, nunca deixei de lado o jornalismo. Você deve se lembrar que, como Presidente da Cosesp, diariamente eu apresentava o "Cidade Alerta". Não só por paixão pela profissão, mas principalmente, para ter independência econômica e não precisar me igualar a certos políticos que confundem o próprio bolso, com o "bolso público". Aliás, esse tipo de comportamento não poderia nunca existir no Governo Mário Covas.

Renato Galvão - O senhor era muito amigo do saudoso governador Mário Covas. Quando começou essa amizade?
João Leite Neto - Minha amizade com o Mário Covas, tanto política como pessoal, remonta os idos de 69. Inicialmente um relacionamento profissional que foi se aprofundando, chegando a uma pofunda amizade pessoal e familiar, que cultuo até hoje.

Renato Galvão - Em 1.998, veio sua candidatura para o Senado. Seu slogan era ''O candidato do Fernando Henrique''. Na ocasião, Eduardo Suplicy, do PT, que se tornaria Senador, e Oscar do Basquete, pelo PPB, tiveram mais votos que o senhor. Se arreprende daquela candidatura?
João Leite Neto - Quanto as minhas candidaturas ao Senado, foram duas. Não me arrependo um só momento. Pelo contrário. Nas duas oportunidades obtive mais de 3 milhões de votos. Sabe o que é isso? E disputei com o PT de Suplicy, com toda a militância apaixonada, e a avalanche de grana do Valerioduto. De outro lado estava o Oscar do basquete com a mala preta do Maluf. É mole? Mesmo assim, um simples jornalista, sem estrutura de campanha, sem grana quase nenhuma, disputar em igualdade e obter mais de 3 milhões de votos e poder ajudar significativamente a reeleição do amigo? Para mim foi um marco em minha vida. Nunca podia imaginar que tivesse tantos amigos e eleitores. Amigos que participaram da campanha a custo zero, nem gasolina dos carros cobravam. Esses 3 milhões de votos, nessas condições, valem no mínimo, o dobro. Como dizia o meu querido Covas: "É muito mais o que você merece".

Renato Galvão - Seu maior sucesso na televisão foi o Cidade Alerta, exibido na TV Record?
João Leite Neto - Não sei se o maior sucesso tenha sido na Record. Acho que foi o mais recente, por isso ainda está na memória popular. Acredito que a passagem pela Globo tenha sido muito boa. Tanto é que me elegi deputado sem muito esforço. Mas faz muito anos.

Renato Galvão - Pretende voltar para a televisão?
João Leite Neto - Tenho sim alguns projetos para voltar a TV. Ainda na semana passada, tive uma longa conversa com o Silvio Santos. Acabou de concluir a montagem de um micro-ônibus, com todo equipamento em digital, para futuras reportagens. Mais ou menos aquilo que a Globo fez com um ônibus para o Jornal Nacional, só que em menores proporções. Aguardem!

Renato Galvão - Como está sua vida hoje? Projetos, família, hobbys?
João Leite Neto - Minha vida hoje está estabilizada, fora o espírito de repórter que não adormece nunca. Atualmente administro, juntamente com minha mulher Valéria, também jornalista, e meus filhos algumas empresinhas da família. Temos uma fazenda em Itapeva (Agropecuária São Rafael), temos um hotel (Country Hotel São Rafael), a JLN (empresa-mãe) é uma produtora jornalística, a Quanta-Soluções em Comunicação, é dirigida pelo filho Luís e minha nora Cleide (também jornalista), a Marketing TV, que é dirigida pelo filho Alexandre e a nora Kelly e, mais recentemente, inauguramos um Bar e Restaurante chamado ''Santo Espetinho", aqui mesmo em Alphaville, onde moramos. Aliás, você está convidado para um choppinho, dos bons!

Renato Galvão - Cada vez mais, as faculdades formam novos jornalistas. Para finalizar gostaria de saber sua opinião, sobre o jornalismo. O caminho do jornalista hoje qual é, já que o mercado de trabalho, oferece cada vez menos oportunidades?
João Leite Neto - Quanto ao nosso mercado de trabalho, é uma preocupação permanente. Veja só: Qualquer outra profissão tem um mercado que aumenta, quase que diariamente e consegue absorver em parte, a mão-de-obra que se forma. No nosso caso, não. Não é todo ano, nem mês, nem mesmo décadas, que surgem novos orgãos de imprensa. A situação é calamitosa. As faculdades (e são muitas) jogam no mercado centenas de jornalistas todos os anos. Agora mesmo, na USP, o curso mais procurado foi o de jornalismo. Será que essa gente desconhece a realidade de nosso mercado? O pior de tudo é que não há muito a fazer. A não ser uma idéia maluca que, através de lei, obrigue as empresas com mais de 200 funcionários, a terem uma assessoria de imprensa. Já pensou?

Residenza Pizza Bar

Uma pizzaria muito confortável, com capacidade para quase 150 pessoas. São três ambientes, decorados e arejados. O salão principal é muito bonito, e o bar é ótimo para o tradicional happy-hour.
As pizzas são ótimas, com massas finas e crocantes, e é claro, com várias opções de sabores, e as porções também são bacanas. Entre elas destaco: picanha fatiada, provolone, fritas, mandioca frita, bolinho de bacalhau, camarão frito e a tábua de frios.
Rua Lino Coutinho, 1.732, Ipiranga, São Paulo, Tel. (11) 6168-6446.

12 novembro 2007

Arezzo vende 25% das ações, para a Tarpon

A grife de sapatos femininos Arezzo, vendeu 25% de suas ações, para a Tarpon Investimentos. O valor foi de R$76,3 milhões, e parte da grana, irá para os acionistas principais, Anderson e Alexandre Birman, pai e filho. A outra parte será destinada à expansão da rede, como uma nova rede varejista de calçados femininos, cujo público, não foi especificado, porém, será mais acessível do que a Arezzo, que vende belos sapatos femininos, com preços entre R$150 a R$300.
A intenção é aumentar o leque da empresa, com acessórios e sapatos masculinos.
Hoje a Arezzo possui 234 lojas, fatura R$341 milhões, e abrirá novas franquias fora do país. No novo negócio, a Tarpon entra com capital e uma administração moderna, e o contrato prevê quatro anos junto com a Arezzo.
(Estadão)

09 novembro 2007

Cencosud compra o GBarbosa

O Cencosud levou a melhor sob Carrefour e Pão de Açúcar, e comprou a rede nordestina GBarbosa, que possui 48 lojas, nos estados de Sergipe, Bahia e Alagoas. O Cencosud pagará ao antigo dono do GBarbosa, o grupo de fundo de investimentos americano Acon, US$430 milhões.
A meta do Cencosud, que é um grupo chileno, é de uma receita na faixa de R$1,7 bilhão, só com as lojas do GBarbosa.
Ao todo, o Cencosud possui 37 hipermercados, 357 supermercados, 52 home centers, 21 shoppings, 25 magazines, além de atuar na área financeira no Chile e Argentina.
O presidente do grupo chileno, Horst Paulmann Kemna, anunciou um investimento de US$1,2 bilhão para a expansão e o faturamento, na ordem de US$10 bilhões. Seu maior concorrente será o Wal-Mart, que possui muitas lojas no Nordeste, devido a compra do BomPreço, fato que não fez a empresa americana, brigar pelo GBarbosa. Por sua vez, a rede chilena deve investir no Brasil, somente em supermercados e hipermercados. Eles estão na Argentina há 25 anos, e só agora começaram a trabalhar com lojas de departamento.
Para o Cencosud é um bom começo em território brasileiro, pois já estão em 4o lugar no ranking de faturamento.
(Estadão)

07 novembro 2007

Restaurante Enseada

Uma bela opção no Espírito Santo, é o Restaurante Enseada. Lá você irá saborear ótimos peixes e frutos do mar, e terá uma bela vista de frente o restaurante, que é a praia de Manguinhos.
Fazem um bolinho de bacalhau delicioso e sequinho, pastel de camarão, carne de sol com mandioca, frango à passarinho com fritas, cação à milanesa, lula à doré, casquinha de siri, vários tipos de moquecas, mariscos, além de massas, caldos, sobremesas e muito mais.
Rua Ceciliano Abel de Almeida, Serra, ES, Tel. (27) 3243-1413.

A educação à distância é uma realidade

O mundo todo estava habituado com um método de ensino, que era a educação presencial, ainda exercida com soberania, onde o local de interlocução e aprendizagem é a sala de aula, tendo um contato entre aluno e professor. Porém, surge uma nova tendência na educação mundial, que é a educação à distância. Nela, ocorrem alguns encontros presenciais, para retirada de apostilas e provas, mas o restante desse novo ensino, é feito em casa, onde o aluno com seus exercícios, faz seus trabalhos e envia para seu professor, através dos correios, ou pelo e-mail.
Ele segue um roteiro de aula, sabendo o que deve entregar, e pode tirar suas dúvidas de forma on-line, caso seja um aluno on-line, ou com tutores de plantão nas escolas ou universidades, caso seja um aluno off-line.
Um dos benefícios da educação à distância, é que o aluno determina seu horário de estudo, ele força seu intelecto, tornando-se mais organizado, e aprendendo com autonomia.
Eu conheço pessoas que estudam à distância, e são disciplinadas, separam cada horário para tal disciplina, tiram suas dúvidas com os professores, através do e-mail e interagem com colegas de curso. O profissional formado por uma instituição, com esse modelo de ensino, é tratado com desconfiança pelo mercado de trabalho, que não acredita em seu potencial. Porém, isso é um erro, pois a prova, a cada bimestre, mostra o potencial do aluno. Tirando nota boa, ele entende o assunto e a matéria, e pode ser um candidato tão qualificado, quando um estudante de ensino presencial.

Pão de Açúcar compra 60% do Assai, e promete abrir mais 20 lojas com a bandeira

Por R$208 milhões, o Pão de Açúcar comprou 60% do atacadista Assai. A intenção do Pão de Açúcar é transformar o Assai em sua marca no segmento de atacados.
Hoje o Assai tem 14 lojas, mas já em dezembro, ganhará duas lojas, que hoje são Sendas e CompreBem. Em 2.008, o objetivo é inaugurar mais 15 a 20 lojas Assai, e daqui a quatro anos, o Pão de Açúcar poderá assumir os 40% do Assai, hoje ainda controlada por Rodolfo Nagai, que continuará à frente do negócio, com mais dois diretores do Pão de Açúcar.
Abílio Diniz está louco para recuperar a primeira posição no ranking de faturamento, perdido esse ano para o Carrefour. O seu Pão de Açúcar, já possui uma central de compras, chegou nos bairros, com o Extra Fácil, e agora investe no atacado, que cá para nós, em breve ele compra o restante do Assai.
(Estadão)

06 novembro 2007

Ráscal Pizza & Cozinha

O Ráscal, é sem dúvida um dos melhores restaurantes de cozinha rápida do país. Trabalham com um belo bufê de saladas, frios, antepastos e massas, e 30 tipos de azeites. Sentiu a categoria?
Esse bufê, que é ótimo custa pouco menos de R$40. Se preferir uma pizza, você foi ao local certo, pois o Ráscal serve ótimas ''redondas''. Eu gosto dos grelhados, entre eles, a picanha e o frango desossado, e a casa conta com belas sobremesas, e uma ótima carta de vinhos, com ótimo atendimento em todos os quesitos.
Alameda Santos, 870, Jardim Paulista, São Paulo, Tel. (11) 3141-0692.

Salvatore Ferragamo deve abrir mais lojas no Brasil

A mega grife italiana Salvatore Ferragamo, pretende abrir quatro lojas no Brasil, fora de São Paulo e Rio de Janeiro. Em São Paulo, a grife está presente no Shopping Iguatemi e na Rua Haddock Lobo, nos Jardins.
Salvatore Ferragamo é referência no mundo da moda, principalmente quando falamos em gravatas. Anualmente são vendidas cerca de 1 milhão, no mundo todo. Em São Paulo, a gravata da marca custa R$430, e aqui os sapatos fazem muito sucesso também. O par feminino custa até R$1.300 e os masculinos também passam de R$1 mil.
Como a rede está fazendo sucesso no país, Michele Norsa, presidente mundial da Salvatore Ferragamo, está em São Paulo e passará em futuros destinos da loja no país. Provavelmente quem deve ganhar uma loja Salvatore Ferragamo, será Brasília e regiões de aeroportos, entre eles Galeão e Cumbica. Belo Horizonte é vista com carinho pela empresa, e também pode ganhar sua lojinha. Hoje somos o 2o mercado da empresa, perdendo somente para o México, porém lá não há mais planos de expansão, diferentemente daqui.
Isso será muito bom, pois o Brasil ganhará mais endereços do luxo. É bem mais interessante e bonito ter uma Salvatore Ferragamo, na cidade, do que uma loja do Shopping 25 de março.
(Estadão)

O GBarbosa deve ser comprado pelo Cencosud

O GBarbosa, rede comandada pelo fundo de investimentos norte-americano Acon, está próxima de ser vendida, para o Cencosud, do Chile, que ofereceu uma proposta mais vigorosa de compra, do que os tradicionais Carrefour e Pão de Açúcar. Existe ainda uma oferta nas ações da Bolsa de Valores, e caso essa render mais dinheiro, poderá ser a escolhida.
Carrefour e Pão de Açúcar ofereceram pelo GBarbosa, US$550 milhões, algo em torno de R$1 bilhão. Mesma faixa de valor oferecido pelo Cencosud. Porém a rede chilena, ofereceu um pagamento diretamente no exterior, fazendo com que a operação pagasse menos impostos. Por esse motivo, o Cencosud está na frente dos concorrentes, para levar o GBarbosa, que atua no Nordeste, principalmente em Alagoas e Sergipe.
O Wal-Mart não entrou pela disputa do GBarbosa, pois não poderia concorrer pelas lojas, pois a rede já possui uma presença marcante, principalmente em Aracajú, e teria que se desfazer de várias lojas que já controla, devido as exigências do Cade.
Se o Pão de Açúcar comprar o GBarbosa, que fatura ao ano R$1,4 bilhão, retomará a liderança do ranking de faturamento das redes varejistas no Brasil, hoje liderada pelo Carrefour, que se comprar a rede, se afastará ainda mais de seus concorrentes. Já o Cencosud que está perto de fechar negócio, ficaria na quarta colocação no ranking de faturamento do país, atrás apenas de Carrefour, Pão de Açúcar e Wal-Mart. O Cencosud não é conhecido dos brasileiros, mas está perto do mercado nacional, e fatura ao ano US$6 bilhões. Está presente em seu país de origem, com 193 lojas, e na Argentina, com 293 lojas. O mercado colombiano também ganhará lojas do grupo, que também controla shoppings na América do Sul.
O resultado final deve sair essa semana, e na minha opinião o Cencosud entra no mercado brasileiro, mais precisamente em território nordestino, que economicamente o poderio de compra é o maior do país.
(Estadão)

Camisa fio-tinto

Existe um grande mix de camisas no mundo todo. Podem ser de tencel, poliéster, algodão, viscose, seda, flanela, veludo e outras. O modelo esportivo mais usado no mundo é o 100% algodão fio tinto, que é uma camisa com um bom toque, e de padronagem com listrar ou xadrezes.
Um clássico que não deve faltar no guarda-roupa masculino, pois combina com calça jeans e sarja, dando uma esportividade elegante ao homem, e podem ser tanto manga curta, quanto comprida.
Na foto abaixo, eu, vestindo uma camisa fio-tinto da Buckman, com padronagem de grandes listras.


05 novembro 2007

Peru's

Uma boa opção de bar em São Paulo, é sem dúvida o Peru's. Reformado recentemente, o bar está um brinco, moderno, ganhou telas de plasma, e uma bela churrasqueira. A especialidade da casa é o suculento lanche de churrasco, por R$7,80, com direito a muito queijo.
Para beber os sucessos são o chope e a caipirinha, e aos sábados a feijoada é servida, embora no sistema de bufê, que não me agrada muito, mas seu sabor é bom. O ambiente é lotado, mas o atendimento é bom e rápido, pois eles trabalham com o sistema de senhas.
Rua Cajuru, 1.164, Belém, São Paulo, Tel. (11) 6694-6861.

Perdigão compra a Eleva

Finalmente a Perdigão comprou a Eleva. Pagou R$1,7 bilhão, incluindo ações minoritárias. O dono da Eleva, o chinês Shan Ban Shun, vai ganhar R$598 milhões em dinheiro e R$15,4 milhões de ações da Perdigão. Dessa forma o chinês será um grande acionista da empresa, porém não o maior, e talvez ganhe uma vaga no Conselho da empresa.
Com a compra, a Sadia ficou para trás, e a Perdigão se tornou a maior empresa do país, nas áreas de aves e lácteos. Hoje o valor de mercado da Perdigão é de R$9,4 bilhões, contra R$7,9 bilhões da Sadia.
A Perdigão comanda hoje toda sua linha de aves, bovinos e suínos, além dos leites Batávia e Elege, e as margarinas Doriana, Delicata e Claybom.
(Estadão)

01 novembro 2007

A economia mineira cresce como nunca

Nos últimos dados do Boletim Regional do Banco Central, a economia mineira se destacou entre as outras. Teve crescimento de 8,4% da indústria, entre janeiro e julho, contra 5,1% do crescimento no resto do país. A produção de veículos no estado aumentou em 35%, contra 30% no resto do país, e 39% foi colocado nas receitas da exportação de minérios.
Em São Paulo o destaque econômico são as vendas no comércio, que cresceu 9,5% em 12 meses, até julho, se comparado à mesma época, em 2.006.
No Nordeste a indústria está crescendo, graças às condições de crédito, e a melhora no nível de emprego e renda.
(Estadão)

O delicioso queijo minas frescal do Mercadão

Lá no Mercadão da Cantareira, tem a Queijos Roni, que possui uma variedade incrível de queijos e curtidos.
O maior sucesso da casa é o queijo minas frescal. A receita é simples, com leite de saquinho tipo B ou C, geralmente usam o C, um copinho de iogurte natural (sem sabor), coalho, sal e suco de limão.
Mas o melhor é ir saborear pessoalmente na loja, pois é mais simples e cômodo.
Queijos Roni, Rua D, Box 2, Mercadão da Cantareira, Centro, São Paulo, Tel. (11) 3228-2097.