Coca-Cola no mundo das águas

A Coca-Cola com 80% do mercado mundial de bebidas gaseificadas, está entrando com tudo no segmento de águas sem gás. A última aquisição da empresa foi a Glaceau, fabricante da água Vitamin Water, sendo a maior compra da empresa na história. O segmento de águas não-gaseificadas é crescente nos Estados Unidos em relação aos refrigerantes. Para analistas do mercado, essa compra deixa claro a intenção da Coca-Cola que é guerrear pelo mercado de águas saborizadas, que ela perde para sua principal concorrente a Pepsi que possui marcas badaladas como a LifeWater, Aquafina Alive e Propel. A participação da Pepsi no mercado de bebidas sem gás que inclui água, energéticos e sucos, é de 50%. Já a da Coca-Cola é de 23% e com a compra a da Glaceau pode haver uma mudança no cenário, pois a Glaceau possui 30% do mercado de águas saborizadas nos Estados Unidos com as marcas; Vitaminwater, Fruitwater, Smartwater e Vitaminegery, além de um suco de uva chamado Formula 50, que a empresa faz em parceira com o cantor de rap 50 Cent.
O fundador da Glaceau, J. Darius Bikoof está feliz com a venda de sua empresa para a Coca-Cola. Para ele é uma ''união perfeita'' porque junta a bebida da moda com a maior empresa de bebidas do mundo.
(Estadão)

Colombo chega para agitar o mercado de eletrodomésticos

A rede de lojas Colombo, líder no sul do país e com lojas em Minas Gerais e no interior de São Paulo, irá desembarcar em breve na capital paulista. Atualmente são 338 lojas, boa parte delas no Rio Grande do Sul, estado de origem, conta com 64 no interior de São Paulo e tem previsão de abrir mais 20 na região e até o fim desse ano 25 na cidade de São Paulo.
O faturamento da rede é alto, cerca de 1,2 bilhão, mas está atrás das Casas Bahia, do Ponto Frio, Magazine Luiza e da Insinuante, de Salvador.
A rede se vê obrigada a invadir a capital paulista, pois não tem mais onde crescer no sul do país e interior do estado. Recentemente em 2004 a rede inaugurou três lojas na capital, mas elas faliram e sabem que entrar em São Paulo quer dizer que irão concorrer com a poderosa Casas Bahia, líder no segmento de eletrodomésticos. Para atrair o consumidor, a rede contará com uma boa escala de vendas para garantir bom preço. Para membros da Colombo e de seu publicitário Allan Barros, a rede deve entrar no mercado com força máxima, se impondo frente à árdua concorrência.
O curioso é quem será o garoto-propaganda da rede. Nada mais do que Fabiano Augusto (foto), o ator que ficou famoso pelo refrão ''quer pagar quanto'' que ele fazia quando divulgava na Casas Bahia, justamente a futura concorrente da Colombo.
Agora é ver o que acontece nesse mercado que somado as principais empresas do ramo movimenta R$20,8 bilhões ao ano.
(Estadão)

Chocolate quente

A baixa temperatura que faz atualmente em São Paulo, é propício para se tomar um chocolate quente. Por isso falarei aqui dos meus locais favoritos para se tomar a deliciosa bebida. A moda na cidade é o submarino, que compreende chocolate em barra e leite muito quente, mas o tradicional ainda tem espaço, que é a junção do leite e pó, e existe o europeu, que não aprecio, semelhante a uma pasta, uma espécie de mingau. Recentemente a Veja São Paulo testou vários estabelecimentos e elegeu o La Vie em Douce, na Rua da Consolação, 3161, nos Jardins como o melhor da cidade. Eu discordo e elejo a Chocolat Du Jour como a loja com o melhor chocolate quente de São Paulo. O segredo da casa é a mistura que é adicionada ao leite, o ''choco chaud'', que possui lascas de chocolate. Como resultado temos uma bebida cremosa, que vem acompanhada de uma colher de chocolate, que pode ser ao leite ou amargo.
O pior tipo de chocolate quente é aquele extremamente grosso e isso encontramos nas lojas Fran’s Café, onde pó do chocolate possui amido de milho e é misturado a leite morno, quase frio, deixando o sabor grosso e não natural.

Rua Haddock Lobo, 1672, Jardins, São Paulo.

Pão de Açúcar quer Kolumbus

O Grupo Pão de Açúcar, retentor da rede de eletroeletrônicos ExtraEletro, quer comprar a rede Kolumbus. Atualmente o ExtraEletro conta com 50 lojas no estado de São Paulo, e passará a ter 107 com a possível aquisição da Kolumbus. Se a compra for oficializada o faturamento dessa nova rede, que mudará de nome, chegará a R$500 milhões, com participação majoritária do Pão de Açúcar.
A Kolumbus em 2005 recebeu investimentos de um grupo privado, por causa da dívida com fornecedores e bancos. Segundo o mercado, o sócio principal do projeto é o EletroDireto, rede nova, fundada em 2002 pelo empresário Ricardo Etchenique.
A fusão parece ser uma boa tanto para o ExtraEletro quanto para a Kolumbus, que nos primeiros três meses do ano, a empresa do Pão de Açúcar faturou R$64,7 milhões em receita líquida, com crescimento de 8,5% em relação ao mesmo período de 2006. Mas segundo pessoas do próprio ExtraEletro os rendimentos são insatisfatórios e para a Kolumbus também seria fraco o lucro, segundo analistas de mercado. Isso porque existe a Casas Bahia, o maior varejista de eletrodomésticos do país, com 215 lojas na grande São Paulo.
Segundo executivos tanto da ExtraEletro, o objetivo com a nova rede são as condições que geram preços mais baixos.
Novamente um caso de monopólio, com essa fusão Casas Bahia, Extra Eletro e Ponto Frio concorreram com um concorrente a menos, infelizmente.
(Estadão)

Dono do extinto Banco Santos pode ter US$300 mil fora do país

Edemar Cid Ferreira, ex-proprietário do falido Banco Santos (foto), que foi condenado em 1a instância a 21 anos de prisão por cinco crimes, pode ter US$300 milhões no exterior. A suspeita é de investigadores que seguem o rastro das operações financeiras do ex-banqueiro, que nega a acusação. Chegaram a esse valor graças ao rombo que Edemar deixou no banco, mas ninguém tem idéia de onde pode estar esse dinheiro atualmente. Segundo Vânio Aguiar, administrador da massa falida do banco, um banqueiro do porte e com a experiência de Edemar, é bem capaz de esconder um valor desse sem deixar rastros. Segundo a defesa do ex-banqueiro, a Justiça Federal bloqueou todas as contas dele no Brasil e na Suíça, e esse valor significa pouco em relação ao que a massa falida estima.
Hoje existem 300 ações do trabalho, dívidas tributárias e créditos não habilitados, além de credores da instituição que têm R$2,5 bilhões a receber. Cada credor receberá 8,8% do que tem direito, pois a massa falida dispõe de R$220 milhões para o valor do débito.
Edemar era ''figura tarimbada'' na tradicional noite paulistana, como a foto mostra, sua família uma das mais respeitadas da cidade. O ex-banqueiro tem uma mansão no bairro do Morumbi, zona sul da cidade avaliada em R$142,7 milhões. Foi uma longa obra iniciada em 2000, projetada pelo arquiteto Ruy Ohtake. A obra começou em 2001 e só terminou em 2004. Além do valor total Edemar ainda desembolsou cerca de R$24,8 milhões, para a decoração e instalação de equipamentos na mansão. Atualmente ele mora lá, e a casa caiu na justiça. O juiz Fausto Sanctis, da 6a Vara Criminal da Justiça Federal de São Paulo, determinou o confisco do imóvel e quer que a casa vire um museu. Para quem não se recorda o Banco Santos, era um prédio suntuoso na Marginal do Rio Pinheiros, sem nenhuma outra agência pelo Brasil.
(Estadão)

A guerra entre Avon e Natura

Avon e Natura são empresas conhecidas em todo o país pelas vendedoras que vendem seus cosméticos porta-a-porta. Agora a iniciativa das duas marcas é o oposto, criando lojas fixas em todo o Brasil. A Avon inaugurou seu primeiro centro de vendas do país, que já existia na Argentina e Venezuela, é a Avon Expressa onde qualquer um pode fazer compras, desde que se torne um revendedor. Essa é a expectativa de Luis Felipe Miranda (foto), presidente da empresa no Brasil. Para ele só dá pessoa entrar na loja, se impressionará com todo o potencial da Avon, não resistirá e se tornará um revendedor. O investimento na loja foi de R$1 milhão e conta com salas para demosntração, lounges específicos e depósito de produtos. O mercado dos cosméticos movimenta hoje algo em torno de R$17,2 bilhões em nosso país e para as empresas aprimorar os conhecimentos da vendedora com cursos e mais eventos, é melhorar o ambiente de trabalho e a vontade das revendedoras em trabalhar e atender melhor os clientes, aumentando as vendas.
A Natura criou a Casa Natura, loja de Campinas para ser um centro de convivência entre as consultoras da marca, onde elas podem conhecer novos produtos, utilizar salas para apresentações a clientes e relaxarem até fazendo massagens, afirma Renato Abramovich, diretor comercial da empresa. Segundo ele ainda esse ano a Natura pretende abrir novas lojas em todos os grandes centros urbanos do país.
No ano passado a Avon faturou US$1 bilhão no Brasil e a Natura vale hoje na Bolsa de Valores R$11 bilhões. São números que expressam o crescimento desse segmento.
(Estadão)

Venda de cervejas deve aumentar

Esse ano o mercado de cervejas romperá a faixa de 10 bilhões de litros produzidos. Todas as cervejarias do país tiveram um aumento considerável em suas vendas. A Ambev líder de mercado, composta pelas marcas Skol, Brahma e Antarctica, cresceu mais de 5% de volume de vendas no primeiro trimestre. A mexicana Femsa, dona da Kaiser e Sol, triplicou suas vendas no mesmo período. As marcas menores como a Schincariol e a Cervejaria Petrópolis, retentora das marcas Crystal e Itaipava (foto), também tiveram um aumento em suas vendas, embora não divulgassem nenhum
registro oficial disso. Com a queda do dólar os lucros aumentaram, pois as matérias-primas como lúpulo, malte e alumínio (para embalar) que são importadas perdem o valor.
A surpresa do segmento é a Petrópolis, que passou a Femsa e se tornou a 3a cervejaria em vendas, com 8,1% de mercado. Para a concorrência sobrou preocupação e a especulação de que a Petrópolis sonegue impostos, dessa forma usaria preços mais baixos. É comum nos arquivos da polícia denúncias de sonegação na distribuição de cervejas e é grande o número de boletins de apreensão de caminhões de entrega sem notas fiscais.
Onde é que a cerveja mais vende?
Na mesa do bar, bem gelada ela gera R$24 bilhões anuais e 35% são recolhidos em impostos. Segundo o Sindicato nacional da Indústria de Cerveja (Sindicerv), 67% do número de vendas de cervejas é pego em bares e restaurantes, nas tradicionais garrafas 600 ml de vidro. O restante é composto pelas latas, long neck e barris de chope.
Outro setor rentável para as cervejarias são os botecos e sua informalidade, pois com uma nota para uma caixa de cerveja o distribuidor entrega quatro ou cinco no bar de periferia, embora as cervejarias garantam que os caminhões saem de suas fábricas com toda a documentação exigida e em dia.
(Estadão)

Criado o 2o maior banco europeu

O banco UniCredit de origem italiana, comprou semana passada seu concorrente Capitalia por mais de US$29 bilhões. Essa fusão origina o segundo maior banco europeu, com rede que começa pelo Sul da Itália, na Sicília e vai até o leste do continente. Com a compra o UniCredit passa a ser o maior banco em valor de mercado da Itália concorrendo com o maior em participação que é o Intesa Sanpaolo.
O UniCredit pagará 1,12 ação de sua propriedade para cada ação do Capitalia, o que significa (E = Euro) E8,41 por ação do banco, que equivale a E21,83 bilhões ou US$29,47 bilhões.
Com a compra o UniCredit aumentará o número de agências em território italiano e seu patrimônio também aumenta com cerce de US$135 bilhões. Mais um caso de monopólio agora na Europa, eu sou contrário a qualquer concentração de somente uma empresa em um único setor, mas é a tendência do mercado e da globalização infelizmente.
(Consulado Itália)

Dono do McDonald's na América Latina diz que número de lanchonetes no Brasil deve crescer

Recentemente quem assumiu o comando da rede norte-americana de lanchonetes Mcdonald's foi o colombiano, radicado na Argentina Woods Staton. Segundo ele é possível o número de lanchonetes no Brasil dobrar em poucos anos. Hoje há 540 Mcdonald's em nosso país.
Staton é o homem forte, que liderou um grande grupo de investidores como o Capital International, DLJ South American Partners e comprou a rede na América Latina por US$700 milhões. Nos próximos três anos, a Arcos Dourados, que é a gerenciadora da rede prevê injetar US$300 milhões, sendo que boa parte será investido no Brasil, México, Colômbia e Venezuela, que devem receber cerca de 40 a 60 novas lanchonetes por ano.
Staton deixou claro que se sua empresa quiser abrir um Mcdonald's em um local que tenha outro Mcdonald's próximo, o objetivo é que a operação seja feita com o franqueado que já se encontra anteriormente na área, racionalizando os investimentos.
O executivo já era o homem que controlava o Mcdonald's na Argentina, e inovou no país, onde 30% das lanchonetes possuem o McCafé, e contam com menus degustação. Mas Staton deixou claro, que não é por que faz sucesso na Argentina que ele fará igual no Brasil ou outro país latino.Com a instalação de novas lanchonetes no país, aumentará o número de empregos, é verdade que são trabalhos cansativos, no qual todo dia a loja abre e se paga muito pouco, mas gera emprego. O que eu não consigo entender é o sucesso do McDonald's, claro que algumas lojas no Brasil até fecharam, mas mesmo assim encontramos muitos fãs dessa lanchonete, que serve lanches ruins, sem gosto, batata frita fria, sorvete quente e muitas outras coisas ruins, que encontramos no McDonald's e em seus concorrentes como o Bob's e o Burger King.
(Estadão)

Shopping Iguatemi monopoliza o luxo


O luxuoso shopping Iguatemi, de São Paulo conta com lojas tradicionais do mundo todo como Empório Armani, Zara, Burberys, Chanel entre outras. É o principal concorrente de shoppings elitizados como Higienópolis, Ibirapuera, Morumbi, Anália Franco, Eldorado e a região dos Jardins. Foi o primeiro shopping do Brasil, erguido nos anos 60, em plena Avenida Faria Lima, no Jardim Paulistano. Tanto poderio fez com que o Iguatemi proibisse grifes de se instalarem em outros shoppings. O motivo que a diretoria alega é sempre a mesma, de um limite padrão de 5 km de distância de lojas em relação a eles, e se a loja for tradicional, como todas do Iguatemi são, o shopping proíbe que a loja seja aberta. E quem sofre com isso é o seu concorrente mais próximo o Eldorado, que é elitizado, mas compreende algumas lojas populares em seus pavimentos. Mas o ‘’monopólio do luxo’’ vai mais longe, em setembro do ano passado a loja Clube Chocolate assinou contrato com o Iguatemi e uma das cláusulas diziam que a rede não podia se instalar no shopping Morumbi que é um concorrente luxuoso do Iguatemi.
Essa briga é antiga, mas desde 2004 o Eldorado fez uma queixa ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), reclamando sobre as proibições impostas pelo Iguatemi, as das filiais de shoppings vizinhos (cláusula de raio) e concorrentes (cláusula de exclusividade). Para o Iguatemi é interessante por exemplo só ter uma ‘’Calvin Klein’’ lá, em outros shoppings não, pois eles querem ser referência no mercado de luxo, o objetivo é ser conhecido como o endereço da Clavin Klein, exclusivo.
A briga promete, o advogado do Eldorado, José Del Chiaro já disse que recorrerá a justiça, e ele está certo, pois monopolizar onde pode abrir loja ou não, é um fator grave, pois só o Iguatemi cresce e ganha reconhecimento e os outros saem prejudicados.
(Estadão)

Restaurante Família Cescon III

Trata-se de um restaurante que fica dentro de um condomínio empresarial na Via Anhanguera, no km 18, Trevo do Jaraguá, na cidade de Osasco.
Mesmo se tratando de um condomínio, qualquer um pode frequentar o restaurante, sem trabalhar nas empresas de lá.
Encontramos duas opções, o menú básico e o tradicional, que eu recomendo. Refeições conforme o dia da semana, com ampla variedade em saladas, frios, queijos e carnes. É popular, mas é bom.
Avenida Doutor Mauro Lindenberg Monteiro, 185, Osasco, SP, Tel. (11) 3658-8869.